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André D`Lucca viaja ao futuro para contar história do poder em Mato Grosso

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A nova peça tem tom de ficção cientifica e trata de uma revolução de uma comunidade de androides com a família Maggi, a última das oligarquias

´Cuiabá 600 Anos’ é uma obra de ficção científica sobre o futuro da cidade daqui 300 anos. Na vova peça de André D'Lucca, Cuiabá está tomada por androides, mas ainda sob o poder da família Maggi, enquanto todas as outras asas caíram. Os Rivas caíram, os Bezerras, os Campos e somente os Maggis sobreviveram e enfrentam uma revolução popular
Especial para o DC Ilusrado

Num futuro distante, Cuiabá é dominada por androides e misteriosos assassinatos começam a ocorrer. Os Maggis, únicos sobreviventes, terão que unir forças para enfrentar uma eminente revolução. Com texto, direção e produção de André D'Lucca, “Cuiabá 600 Anos” é o novo espetáculo do Espaço Incasa, com estreia marcada para o domingo, dia 19 de novembro, às 20h, no Cine Teatro Cuiabá.

´Cuiabá 600 Anos’ é uma obra de ficção científica sobre o futuro da cidade daqui 300 anos. Cuiabá está tomada por androides, mas ainda sob o poder da família Maggi, enquanto todas as casas caíram. Os Rivas caíram, os Bezerras, os Campos e somente os Maggis sobreviveram.

O espetáculo passa em uma Cuiabá totalmente diferente, com a temperatura a quase 100 graus celsius. Chapada dos Guimarães faz temperatura negativa, onde chegou a menos 20 graus. Chuva ácida e poluição ao extremo tomam conta da natureza.

E a mão de obra da época passa a ser feita por androides e o espetáculo fala desta revolução dos androides contra os humanos.

O espetáculo conta com um elenco de 13 atores do Espaço Incasa, sendo duas crianças, a Kauany Aimê, de 9 anos de idade, que na peça faz a última criança nascida em Cuiabá, e Ryancarlos de Oliveira, de 11 anos, que interpreta um androide defensor dos robôs de pequeno porte.

Wagton Douglas é o Eli, um robô responsável em testar sentimentos humanos em robôs; Igor Santos é o androide “agradável”, de última geração, é um faz tudo tecnológico; Celia Oliveira é Cloé, a última mulher Maggi viva e a mais poderosa, mas já não reproduz; Carlos Marcoski é o Sete, um jovem humano ambicioso, casou com Cloé por interesse no império Maggi; Marina Marques é Aya Vasti, de beleza incomum, usada para a reprodução.

Por sua vez, Paulo Nicacio é Asafe, um híbrido, humano com membros artificiais implantados; Bruno Barcelo é o robô Esdras, braço direito dos Maggis; Jessica Wendy é a androide “perfumada”, criada para satisfazer os desejos humanos; Marcelo Giacomelli é o Natan, androide programado para matar e sabe todas as artes marciais; Sidnei Santana é o androide cachorro e tem 100 anos; Thaís Amorim é Sefora, uma pequena ave que são os olhos e ouvidos da casa dos Maggis.

A produção da peça conta com Eloá Pimenta como assistente de direção, Raiza Peralta, responsável pela make das fotos de divulgação, Ivaney pelos figurinos, iluminação de Lorivaldo Rodrigues e sonoplastia de Henrique Maluf.

Com duração de 60 minutos e censura livre, os ingressos já estão sendo vendidos por R$ 20 inteira e R$ 10 meia entrada, na bilheteria do Cine Teatro Cuiabá ou pelo site https://www.guicheweb.com.br/evento/6864.

Maiores informações pelo telefone 65 -99292-9907 e (65) 2129-3848.