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Cuiabano atravessa cachoeira mais alta de MT em fita de highline

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Fabiana Mendes

18 Jun 2018 - 15:02

 

Foto: Reprodução/ Arquivo pessoal

Cuiabano atravessa cachoeira mais alta de MT em fita de highline
Imagine atravessar a maior cachoeira de Mato Grosso sobre uma fita elástica esticada e presa em dois pontos fixos. Foi isso que o cuiabano Otáwio Pedroso, de 28 anos, fez no último dia 31 de maio, em Vila Bela da Santíssima Trindade (562 quilômetros de Cuiabá). Sobre uma fita de highline, uma das modalidades do Slackline, ele andou 91 metros, em uma altura de 248 metros, na Cachoeira do Jatobá, localizada no Parque Estadual da Serra Ricardo Franco.

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Slackline é um esporte de equilíbrio, realizado sobre uma fita elástica esticada entre dois pontos fixos, o que permite ao praticante andar e fazer manobras. O esporte também é conhecido como corda bamba. ‘Slackline’ significa "linha folgada", e pode ser comparado ao cabo de aço usado por artistas circenses, porém, sua flexibilidade permite criar saltos e manobras inusitadas.
 
O contato de Otáwio com o esporte surgiu há seis anos, quando o jovem estava em uma festa no Rio de Janeiro, e viu um grupo praticando. “Achei que ia me dar bem, mas não consegui dar dois passos no primeiro dia. Daí amigos de Cuiabá compraram uma e começamos treinar. Logo comprei minha primeira fita”.

A conquista, de ter atravessado a Cachoeira do Jatobá, foi compartilhada em sua rede social. O desafio do esporte é procurar lugares mais bonitos e desafiadores, na altura e comprimento. “Tem anos que me mostraram foto da [cachoeira do] Jatobá. Desde então começamos imaginar e se equipar pra aventura”, disse. Segundo ele, experiências parecidas já foram feitas em Chapada dos Guimarães, Jaciara e na Serra de São Vicente.
 
Sobre a conquista, Otáwio explicou que estava em companhia de uma equipe, que também participa de diversos festivais pelo Brasil. “Meus amigos ficaram orgulhosos”, comemorou.
 
Otáwio também disse que o processo de passar a fita de um lado ao outro do abismo requer muitos cuidados. Para maior segurança, o ideal seria utilizar um drone para determinar onde prendê-las. No entanto, com baixo orçamento, ele ainda pede ajuda para adquirí-lo.

Veja vídeo da travessia: