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RESPOSTA A MINISTRO. WS: Paulo Guedes aceitará ser responsabilizado daqui 4 anos?

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Wilson ironiza pedido de homem forte da Economia, que quer processos contra ex-gestores

Alair Ribeiro/MidiaNews

O deputado estadual Wilson Santos, que foi líder do Governo na Gestão Pedro Taques

DOUGLAS TRIELLI 
DA REDAÇÃO

 

O deputado estadual Wilson Santos, que foi líder do Governo na Gestão Pedro Taques, questionou se o ministro da Economia, Paulo Guedes, aceitará ser responsabilizado, quando deixar o cargo, por eventuais problemas que não conseguir resolver.

 

A declaração foi em resposta ao fato de Guedes ter pedido um processo de responsabilização de ex-gestores e de tribunais de contas pela calamidade nas finanças dos Estados. A medida pode atingir o ex-governador Pedro Taques, já que Mato Grosso vive um caos financeiro, com escalonamento salarial e restos a pagar bilionários.

 

“Não sei se o Paulo Guedes também aceitará ser responsabilizado daqui a quatro anos, tendo em vista que ele assumiu com um déficit de quase R$ 140 bilhões ao ano. Ele vai aceitar ser responsabilizado quando deixar o governo?”, questionou Wilson em conversa com a imprensa, nesta semana.

 

 
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Vamos aguardar e ver se ele [Guedes] vai manter esse posicionamento daqui a quatro anos

Para o tucano, os gestores enfrentaram uma situação de crise que atingiu todo o País. Ele ressaltou que a gestão de Taques fez o possível para minimizar os impactos em Mato Grosso.

 

“Vamos aguardar e ver se ele [Guedes] vai manter esse posicionamento daqui a quatro anos”, disse Wilson.

 

Decreto de calamidade

 

Sobre o decreto de Mendes, que estabelece a calamidade pública financeira do Estado pelo prazo de 180 dias, prorrogáveis por igual período, Wilson disse que será favorável caso fique demonstrado que a medida irá ajudar o Executivo.

 

Para valer, o decreto de calamidade precisa ser aprovado pelos deputados estaduais.

 

“Se for para ajudar, votarei a favor. Mas já vi aqui situações muito mais graves do passado, como quando Júlio Campos assumiu o Governo, quando Carlos Bezerra assumiu, e também quando Dante de Oliveira assumiu”, disse.

 

“Eram situações muito mais graves e não se ventilou essa possibilidade de decreto de calamidade financeira”, completou.

 

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