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REVOLTA PETISTAJuventude do PT se diz cerceada no Estado e questiona aliança feita com Wellington

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Vinícius Bruno

Reprodução

Volney Albano
Presidente do PT em Cuiabá, Volney Albano, que excluir membros da juventude de rede social, cita Juventude Petista

Causou revolta na juventude petista a decisão do PT de se filiar, em Mato Grosso, com o PR e mais oito partidos (PRB/ PCdoB/ PP/ Pros/ Podemos/ PMN/ PV/ PTB) para compor o arco de aliança de Wellington Fagundes (PR) pela candidatura ao governo do Estado. O grupo dentro do partido de Lula aponta que a decisão era não se coligar aos chamados “golpistas”.

Em nota divulgada à imprensa, a Juventude Petista apontou que o presidente municipal do PT em Cuiabá e assessor do deputado federal Ságuas Moraes (PT), Volney Albano, chegou a excluir membros da juventude de uma rede social, o que segundo as lideranças, foi uma “demonstração de extremo autoritarismo e desrespeito à autonomia e independência dos militantes da juventude”.

Entre os excluídos da rede social estão membros de várias alas da juventude petista, principalmente dos grupos Construindo um Novo Brasil (CNB), coletivo “Para Todxs”, e a dirigente estadual da Executiva do PT, Ana Carolina Campos de Almeida.

De acordo com a nota, a Juventude do PT se sentiu cerceada com a atitude de composição de aliança com Wellington, porque em 29 de julho foi realizado o Congresso Extraordinário da Juventude do PT-MT e aprovada a Resolução na qual elencou como prioridade o palanque do ex-presidente Lula, tanto no país quanto em Mato Grosso.

 

“Ademais, entendemos o momento crítico que a política do nosso país vive e, por este motivo, a Resolução da Juventude do PT afirma claramente em seu ponto 31 que é necessária uma política de alianças com os movimentos sociais e com setores que aglutinem quem partilhe de uma perspectiva anti-imperialista, anti-monopolista, anti-latifundiária e radicalmente democrática, conforme aprovação do próprio Congresso Nacional do PT”, pondera a nota.