Uma das principais lideranças do Partido Democratas, o ex-deputado Júlio Campos (DEM) disse que os rumos e os pré-candidatos da sigla a disputar o pleito de 2018 devem ser definidos no próximo dia 23. O democrata disse que o partido tem dois importantes nomes para disputar o pleito em outubro tanto ao Senado quanto para o governo, que são Mauro Mendes e Jaime Campos, mas não descartou o próprio nome. “Sempre pronto, se ninguém tiver coragem, vou eu”, disse Júlio a respeito da disputa para a vaga de governador do Estado.  

A visita do ministro da Educação e deputado federal Mendonça Filho a Várzea Grande reuniu, na manhã desta quinta-feira (15), várias lideranças políticas. Entre elas, o principal líder do DEM. Júlio falou sobre as recentes filiações que o partido vem ganhando. “O presidente do partido em Brasília, ACM Neto, já definiu que vamos disputar em 13 estados da Federação, um deles é Mato Grosso, onde o partido tem viabilidade com dois fortes nomes para disputar qualquer eleição tanto do governo como Senado”, disse.

Em relação ao governador Pedro Taques, Júlio diz que ele errou ao dar voz aos partidos aliados ao governo, agindo como se o DEM não tivesse nenhum valor na composição política de seu grupo. “Nosso compromisso com o atual governador era apenas para este mandato, caso ele venha a se candidatar, coisa que ele mesmo não confirmou, mas independente disso, estamos fora de qualquer possibilidade de recomposição das nossas bases com o atual governador, se é que vai disputar as eleições pelo PSDB”, ironizou.    

Falou ainda da virada de costas que Taques tomou da maioria dos partidos de Mato Grosso por querer governar sozinho e sem dar bola para ninguém. A presidência estadual do partido também deverá ser definida na reunião do dia 23, com local ainda não definido.

O ministro esteve em Várzea Grande para participar da retomada simbólica das obras da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em Várzea Grande. Foi liberado por parte do Governo Federal R$ 8,5 milhões para retomada das obras, iniciadas em 2012 e paralisadas desde 2016 devido ao rompimento do contrato entre a universidade e a empresa contratada por meio de licitação para realizar a obra. A previsão é de sejam necessários R$ 14,6 milhões para que a estrutura física da obra seja concluída.

FONTE: Redação Circuito Mato Grosso