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Senador apresenta emenda à LDO e prevê novos recursos para hidrovia em Cáceres

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senador Wellington Fagundes (PR) apresentou uma emenda ao projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) prevendo recursos para a Hidrovia Paraguai-Paraná. O parlamentar defende que o rio é um importante eixo de escoamento da produção do Centro Oeste e com custo menor de frete, além de considerar o modal ambientalmente ideal.

Wellington é presidente da Frente Parlamentar de Logística e Infraestrutura (Frenlogi) e afirma que os recursos para a via “representam um aumento da competitividade, na medida em que reduz o custo para quem quer produzir e auxiliar o Brasil a sair da crise”. A LDO deve ser votada no começo de agosto e, uma vez aprovada a emenda, os valores serão definidos na Lei Orçamentária Anual.  

“Depender apenas de nossas rodovias para levar toda a produção mato-grossense aos portos do país, para exportar, é muito caro. Por isso, queremos que alternativas, como a Hidrovia Paraguai-Paraná, sejam contempladas com verbas garantidas no orçamento do ano que vem. Essa é uma emenda minha, mas uma preocupação de todos aqueles que querem ver obras concluídas e nosso Brasil muito mais forte”.

A Hidrovia Paraguai Paraná envolve os cinco países da Bacia do Rio da Prata: Bolívia, Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina. O projeto originalmente prevê a execução de centenas de obras de intervenção pontuais de dragagem, derrocamento, retificação de curvas em diversos pontos dos leitos dos rios Paraná e Paraguai. A hidrovia começa no município de Cáceres, no Oeste de Mato Grosso, e atravessa 4122 quilômetros até o Uruguai.

A hidrovia passa ainda pelas cidades de Corumbá/MS e Assunción/Paraguai e, de toda a extensão da hidrovia, 1270 km estão em território brasileiro ou em suas fronteiras, sendo 890 km no interior de Mato Grosso do Sul, 48 km na fronteira com a Bolívia e 332 km na fronteira com o Paraguai.