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Se a obra for reprovada deverá ser retirada do local.

Walney, Marcinho e a Aníbal de Toledo

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Por: Assessoria
Circula pelas redes sociais manifesto da população cobrando uma postura da prefeitura para concertar o que foi feito.
Marcio Fernandes e Walney Rosa
Marcio Fernandes e Walney Rosa

Em Poconé, cidade pantaneira distante 100 km da capital de Mato Grosso, Cuiabá, um dos assuntos mais discutidos sãos os 52 mil reais investidos em quebras molas gigantes que eram pra ser na verdade faixas elevadas de pedestres.

Na recente sessão da Câmara dos Vereadores de terça-feira 18, o Vereador do PMDB Marcio Fernandes teve uma de suas indicações aprovadas por unanimidade onde ele pede posicionamento do Presidente do DETRAN em Mato Grosso, Arnon Osny Mendes Lucas, para fazer uma vistoria no local e manifestar reprovação ou aprovação da OBRA que está trazendo transtorno para motoristas e pedestres.

Se a obra for reprovada deverá ser retirada do local. O problema é que o asfalto foi arrancado do local para serem implantados as tenebrosas faixas, e nenhuma reforma voltará ao que era antes.

Por sua vez uma indicação do Vereador do PV Walney Rosa, não foi colocada em votação. Deverá ser votada na próxima sessão. A indicação solicita ao Prefeito Tatá Amaral, ao Secretário de Infraestrutura Ney Rondon e a Senhora Carlina Falcão, engenheira responsável da prefeitura de Poconé, para que propicie adequações necessárias nas Faixas Elevadas para Travessia de Pedestres instaladas na Avenida Aníbal de Toledo, em conformidade com a legislação específica cumprindo a Resolução do CONTRAN 495.

 

Moradores:

Populares reclamam de acidentes, de prejuízos e cobram uma postura dos vereadores para fiscalizar como estão sendo, ou como foram aplicados os recursos para a construção das obras. “Quanto que custou pra fazer errado? Quanto que custa para quebrar o que foi feito? Quanto que custará pra refazer? Quem vai pagar por isso?”, questionam populares.

 

Nos meios de comunicação:

Circula pelas redes sociais manifesto da população cobrando uma postura da prefeitura para concertar o que foi feito.

Circula pelos grupos de Whatsapp um manifesto do Comunicador J.C. da Rádio Berí Poconé, cobrando uma solução para o problema.

O site poconet, já publicou reportagem sobre o assunto, a prefeitura só resolveu refazer o serviço depois da denúncia do site poconet.

 Como deveria ser a Faixa elevada de Pedestre:

Como o Poconé ainda não Municipalizou o Transito, em desconformidade com a lei que estabelece o prazo desde 2015, somente o DETRAN MT poderia deliberar sobre a construção de Faixas Elevadas de Pedestres.

A faixa elevada para travessia de pedestres deve atender a resolução do CONTRAN Nº 495

I - Comprimento: igual à largura da pista, garantindo as condições de drenagem superficial;

II - Largura da superfície plana (plataforma): no mínimo 4,00m e no máximo 7,00m;

IV - Altura: deve ser igual à altura da calçada, desde que NÃO ULTRAPASSE 15 cm.

Art. 5º 

I - placa de Regulamentação "Velocidade Máxima Permitida", limitando a velocidade até um máximo de 40 km/h, deveriam ter sido instaladas bem como as placas de Advertência "passagem sinalizada de pedestres", nas proximidades das escolas, acrescidas da informação complementar "faixa elevada", antes e junto ao dispositivo;

Art. 7º A colocação de faixa elevada para travessia de pedestres sem permissão prévia do órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via sujeita o infrator às penalidades previstas no § 3º do Art. 95 do Código de Trânsito Brasileiro.

Art. 8º O órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via deve adotar as providências necessárias para remoção ou adequação da faixa elevada para travessia de pedestres que estiver em desacordo com o determinado nesta Resolução no prazo de 360 dias após sua publicação.