A Prefeitura de Corumbá deveria licenciar o mais rápido possível um simples Terminal Boiadeiro para receber os animais vindos do Pantanal, descansá-los, hidratá-los e fazer a conexão rodoviária, existem várias áreas disponíveis, principalmente diante do absoluto descaso da Prefeitura de Ladário, que se apossou do terminal boiadeiro que pertencia ao Sindicato Rural de Corumbá (assim como o Parque de Exposições) e o inviabilizou com seus faraônicos projetos.
Um dia, impediram a construção da Transpantaneira entre as áreas das Companhias de Petróleo até o Saladeiro Rabicho e dali rumo a Poconé via Itumirim e Morro do Ferro, inventando um projeto picareta holandês da CODRASA, um tal Polder de Ladário, que só conseguiu acabar com a produção de arroz e agricultura do então produtivo Cinturão Verde do Município.
O grande sonho hoje, deve ser transformar tudo em Reserva, tentando imobilizar e inviabilizar o que resta de áreas produtivas ou portuárias nesse Município.
O dia que os ladarenses largarem a soberba de 02 de Setembro e adotarem que nasceram em 1953, para serem o enclave logístico portuário multimodal flúvio hidro rodo ferroviario, talvez abram as portas do seu futuro, após anos de inveja e brigas políticas com Corumbá, que só tiveram o condão de perpetuar o atraso de ambos.
Estrategicamente, vamos nos tornando insignificantes e o Brasil deveria mandar todos nossos meios navais para a Amazônia, mas o peso histórico do Tratado de Madri e da Batalha do Riachuelo tem evitado isso, ao menos por enquanto, mas acredito que corumbaenses e ladarenses tem abusado da sorte ultimamente e a qualquer hora, o inevitável poderá ocorrer.
E reverenciem enquanto podem o eminente Deputado Manoel Wenceslau de Barros Botelho o emancipador do Municipio de Ladário, vencendo essa maldição hereditária que sustentam inutilmente contra quem, com amor de pai, os criou.
O Deputado Neto Botelho, utilizou seu mandato outorgado por Corumbá mas não a traiu em seu favor, essa estupidez cultivada de ter levado vantagem em cima dos corumbaenses, os mantém reféns mentais de continuarem a ser moradores de um mandiocal descrito na Ata de Fundação de Corumbá, querendo serem patronos e dominar o que nunca lhes pertenceu, impossivel negar a realidade que vocês sempre serão originários de Corumbá.
Honrar pai e mãe, além de um Divino Mandamento, nos dá a única base necessária para sermos felizes a partir de nosso local de pertencimento.
Armando Arruda Lacerda






























