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Práticas de segurança do paciente são estratégias essenciais no Hospital Central de Alta Complexidade de MT

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Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Segurança do Paciente, unidade realiza série de atividades aos colaboradores

Amparada em estratégias tecnológicas, mas, sobretudo, em condutas adotadas por todos que atuam na unidade, a segurança do paciente é o principal foco de atenção dentro do Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso. As medidas que garantem uma jornada hospitalar segura são condição essencial para o perfil da unidade, além de resultarem na eficiência de todas as áreas. Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Segurança do Paciente, em 17 de setembro, o Hospital Central realiza uma série de atividades para compartilhar práticas e ampliar ainda mais as estratégias de segurança junto aos seus colaboradores.

A Segurança do Paciente é um processo que olha para a prática assistencial com foco na redução ou na mitigação de riscos, para que toda assistência ocorra de forma segura, evitando incidentes ou danos. Administrado pelo Einstein Hospital Israelita, cuja cultura organizacional está focada no cuidado com o paciente, o Hospital Central atua alinhado com o Programa Nacional de Segurança do Paciente.

“Todos os profissionais que atuam na organização são permanentemente preparados como agentes de segurança do paciente, tendo em vista ser esta a principal estratégia para uma unidade de alta complexidade, pois demanda um cuidado focado na pessoa e de acordo com uma das principais premissas do Einstein”, aponta a diretora do Hospital Central, Alessandra Bokor.

Além da preparação de todos os profissionais, o Hospital Central se utiliza de tecnologias que contribuem para evitar riscos. Os carrinhos de distribuição de medicamentos, por exemplo, são equipados com computador e dispositivo de bip. Toda pulseira de identificação do paciente é ‘bipada’, assim como a medicação prescrita para ele, e conferida no computador para constatar a assertividade. Além de uma dupla checagem que é feita na farmácia, também são feitas as checagens no beira-leito.

Outro instrumento tecnológico é o aparelho spot, uma espécie de monitor que registra os sinais vitais do paciente durante sua jornada hospitalar. As informações são inseridas num protocolo que atribui notas (score) para dizer se o paciente está estável ou com algum agravamento. “A partir desse score, são definidas ações rápidas pela equipe. Essa alteração pode ser uma febre, pressão alterada, frequência cardíaca alterada, e isso pode apontar um agravamento clínico. Assim, é verificado se ele pode ou não ser submetido a um procedimento cirúrgico, por exemplo”, completa a gerente de Práticas, Qualidade, Segurança e Experiência do Paciente do Hospital Central, Fanny Araújo.

As estratégias de segurança são destacadas como forma de garantir a eficiência operacional da unidade. Por meio dos cuidados adotados, é possível reduzir o tempo de permanência, fazer a desospitalização de forma mais segura, reduzir custos. “Tais medidas evitam a necessidade de reinternação e reabordagem cirúrgica”, pontua a gerente.

Os profissionais que atuam no Hospital Central são estimulados a se tornar agentes de segurança do paciente. Uma das estratégias é o reconhecimento como “Bom Goleiro”, um certificado entregue àqueles que conseguem evitar ou mitigar algum dano a partir de estratégias de segurança. Desde a implantação, já foram 64 prêmios entregues.

As medidas de segurança do paciente foram iniciadas antes ainda do começo da operação do Hospital Central, em janeiro. “Avaliamos toda a proposta do hospital para entender quais são os riscos relacionados ao tipo de paciente que atendemos. É um hospital de alta complexidade. Quais são as especialidades que trabalhamos? É cirúrgico? Então, o paciente tem maior risco de queda, precisa de mais atenção. Mapeamos o risco por setor em todo o hospital ainda antes do início da operação, tanto do ponto de vista estrutural como de assistência”, acrescenta Fanny.

Semana da Segurança – Com o tema lançado pelo Ministério da Saúde “Cuidados seguros durante toda a vida” – relacionado a doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e hipertensão –, a Gerência organizou uma programação para fortalecer as mensagens sobre a importância de evitar ou mitigar riscos e danos na unidade. As atividades começaram na terça-feira (15), no auditório, prevendo palestras, dinâmicas e workshops para todos os colaboradores da unidade. Também ao longo da semana, a fachada do hospital estará iluminada com a cor laranja, em alusão à Semana da Segurança do Paciente. Confira aqui toda a programação. Além disso, durante toda a semana, a fachada da unidade estará iluminada com a cor laranja, para marcar a importância do tema.

O Hospital Central é uma unidade estadual que atende 100% pelo Sistema Único de Saúde. Todos os pacientes são encaminhados pela Central Estadual de Saúde.

Sobre o Einstein

O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e 1º da América Latina, segundo o ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista Newsweek em parceria com a empresa de dados Statista Inc.  Com sede em São Paulo, a organização, fundada em 1955, é referência em assistência, pesquisa, inovação e ensino, com base na responsabilidade social. Há 25 anos, atua no Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da gestão de unidades públicas – que contemplam, hoje, além de hospitais, unidades de atenção primária, Centros de Atenção Psicossocial e Serviços de Residência Terapêutica, de atenção ambulatorial especializada e de urgência e emergência – e da execução de projetos por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).

Crédito: Assessoria

Assessoria de Imprensa: Dialog Assessoria e Comunicação

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