Brasil nunca foi campeão mundial quando empatou no jogo de estreia nas três ocasiões anteriores
Por: Redação Terra
Seleção Brasileira deixa campo frustrada em estreia na Copa do Mundo
Foto: Rafael Ribeiro / CBF
Se a Seleção Brasileira ainda pensa em conquistar o hexacampeonato na Copa do Mundo 2026 vai precisar quebrar uma escrita. Com o empate por 1 a 1 contra o Marrocos, no sábado, 13, o país terminou o seu quarto jogo em estreias nos Mundiais na igualdade. E nas vezes anteriores que isso aconteceu, a Seleção Canarinho nunca foi campeã.
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Em 2018, na Copa da Rússia, por exemplo, o Brasil estreou no empate contra a Suíça por 1 a 1, com gol de Philippe Coutinho. Mesmo assim, a Seleção se classificou como líder do seu grupo, mas acabou eliminada nas quartas de final pela Bélgica.
Em outras duas ocasiões, a Seleção iniciou com igualdade em duas edições seguidas. Em 1974, na Copa da Alemanha, ficou no 0 a 0 diante da Iugoslávia. Quatro anos depois, a história se repetiu contra a Suécia, com o mesmo placar.
Nos dois anos, porém, o Brasil se classificou na primeira fase. Na época, a etapa seguinte também era disputada em duas chaves, nas quais os líderes de cada grupo avançavam à final.
A Seleção Brasileira ficou em segundo lugar nas duas ocasiões e disputou o terceiro lugar. Na primeira oportunidade, perdeu e terminou na quarta colocação e na edição seguinte venceu e ficou em terceiro lugar.
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Fonte: Portal Terra
https://www.terra.com.br/esportes/futebol/copa-2026/selecao-brasileira-tera-que-quebrar-escrita-se-quiser-conquistar-hexa-na-copa-do-mundo,95701003baaab66c3d4e7eacf32bd294u1s0r61i.html?utm_source=clipboard
Opinião: Teimosia de Ancelotti prende Seleção no passado e impede virada de geração
Endrick pede voto de confiança (e passagem) no ataque do Brasil
Por: Aline Küller
Torcedor afirma que Endrick é o novo Pelé
Foto: RODOLFO BUHRER/AGIF – AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA / Estadão
Ainda bem que Carlo Ancelotti é italiano. Se fosse brasileiro, ele seria massacrado pelo futebol pífio da Seleção na estreia da Copa do Mundo contra Marrocos. O empate por 1 a 1 foi lucro para um time que teve muito mais sorte do que juízo.
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A escalação inicial do Brasil surpreendeu a todos que estavam acompanhando os treinos nos Estados Unidos. Tudo bem que são só 15 minutos liberados por dia e nada relevante é treinado neste período. Porém, ninguém cravava Ibañez na direita, Douglas Santos na esquerda e Igor Thiago no comando de ataque. A única certeza era Lucas Paquetá no meio.
Porém, deu tudo errado, nada funcionou. Casemiro, que está em sua terceira Copa do Mundo, teve uma daquelas atuações para esquecer. Errou tudo o que tentou. Na direita, Ibañez não funcionou nem como lateral e nem como defensor.
A verdade é que o torcedor brasileiro está cansado e louco para ver sangue novo na Seleção. Aos 19 anos, Endrick pede passagem e um voto de confiança. Porém, a cria do Palmeiras parece sofrer para convencer os comandantes que merece uma vaga no time titular.
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Isso que Endrick tem o mais importante no futebol: estrela. Ele fez gol logo na estreia pelo Brasil no mítico estádio de Wembley contra Inglaterra, e voltou a marcar contra a Espanha no que seria a sua futura casa, o Santiago Bernabéu.
Na preparação para Copa, ele precisou de poucos minutos para impedir um empate amargo contra Croácia e mostrou poder de decisão contra o Egito. Não deu para convencer ainda, Ancelotti?
O brasileiro sabe que pode até perder, mas quer perder com a nova geração em campo, tentando e mostrando raça. A campanha pode ser maior por Endrick, mas vale até mesmo para Rayan. Ele fez uma reta final de temporada maravilhosa na Premier League.
Carleto, não inventa, deixa os meninos jogarem. O futebol do Brasil é o futebol moleque, daqueles que sonham em ser jogadores de futebol.
Fonte: Portal Terra
https://www.terra.com.br/esportes/futebol/copa-2026/opiniao-teimosia-de-ancelotti-prende-selecao-no-passado-e-impede-virada-de-geracao,3a59743c0bb0ab313109cc5f3db69112ve09u95u.html?utm_source=clipboard



































