falou sobre críticas
Da Redação OD – Bruna Barbosa
Foto: Reprodução
“À medida que fui crescendo, fui virando a cuidadora da minha avó. Isso me fez ter responsabilidade e foco nos meus objetivos”, contou Bella a Luciano Huck, no quadro Vou de Táxi.
Quando a cuiabana tinha 10 anos, a mãe voltou para o Brasil. Com a irmã mais nova, as três se mudaram para Florianópolis, onde a atriz diz ter tido um “choque de realidade”.
“Entendi que eu era uma menina preta. Tive dificuldade com isso no Ensino Médio (…) Minha mãe trabalhou como doméstica, cozinheira, cuidadora. Precisávamos escolher se pagávamos o aluguel ou comprávamos comida”.
Na época, ela pretendia cursar psicologia, mas para conseguir, precisou trabalhar no café de um teatro. “Lá muita gente perguntava a ela se não era atriz, o que foi deixando-a “com raiva”:
“Eu não tinha como acessar este universo”, lamenta Bella Campos.
A cuiabana, então, conseguiu participar de uma campanha de roupas para adolescentes com ajuda de um amigo, que a levou para uma agência de modelos. Ela se surpreendeu ao faturar em um dia o que levava um mês para ganhar no emprego no café do teatro.
“Nem seu se eu queria ser modelo, precisava sobreviver. A gente vivia uma realidade muito difícil. A minha carreira começou numa tentativa de sobrevivência”, emociona-se Bella.
Sobre as críticas quanto a atuação, ela desabafou que nãot em como ignorar. “Tem dias que são muito difíceis. Sei muito bem quem é a Bella e seria cruel se em quatro anos de carreira exigisse a perfeição.”






























