Sanções internacionais e má gestão do regime deixaram a ilha sem energia, combustível e serviços essenciais. Famílias enfrentam filas, apagões e escassez de alimentos
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Cuba caminha para o colapso econômico e energético. A ilha, dependente do petróleo venezuelano, ficou praticamente sem combustível após sanções e pressões internacionais, principalmente dos Estados Unidos, que dificultaram os envios de Caracas. Com reservas críticas para apenas 15 a 20 dias, o país enfrenta apagões generalizados, falta de gasolina e paralisação de serviços essenciais.
O impacto atinge todos os setores: transporte público limitado, usinas elétricas operando abaixo da capacidade, agricultura prejudicada e distribuição de alimentos comprometida. Famílias voltam a usar lenha para cozinhar e enfrentam longas filas por combustível e gás. O turismo, fonte importante de divisas, também sofre com a falta de energia e infraestrutura.
Sem remessas de petróleo, a crise vai se aprofundar, provocando desemprego, inflação e escassez de produtos. O colapso cubano é consequência direta da dependência do regime chavista e da má gestão econômica, agravada pelas sanções que atingem aliados do governo de Havana.

































