Orar, pedir e agradecer, esse roteiro as vezes negligenciado ou só praticado nas horas de aflições ou em momentos desesperadores é um erro humano involuntário.
Deus, na sua celestial sabedoria e magnânimitude, releva, faz olhos e ouvidos moucos mas estará sempre de olho, para que sua missão dada a cada um de nós seja cumprida.
Praticar o bem sem olhar a quem, não se restringindo a doar, distribuir, fazer entregas, arranjar benefícios ou paternalizar desfavorecidos, fazem parte e essas ações bem vindas e altamente necessárias, são um começo, um belo começo para os que podem praticar com mais fartura e desprendimento.
Deus sabe, vê, acompanha, monitora e está ligado em cada passo, em cada palavra em cada sentimento vivido por todos nós, ele é maior que o que se imagina da plenitude da coisa de ser e tem uma rede enorme de acompanhamento plantada em cada suspiro humano.
Para Deus, sorrir, estender a mão, praticar gentilezas com todos, distribuir abraços, dar atenção, abrir o coração, derramar lágrimas, ajoelhar, penitenciar-se, doar-se, sem intenções, esperas ou reconhecimentos, é um enorme dom que ele nos coloca em nossas voluntariedades para que pratiquemos com energia e vigor.
Agradecer, agradecer e agradecer, pelas boas e más coisas que vão acontecendo, refletindo sempre que aquela prova ou prêmio foi por ele concedido está na sua maneira benevolente de agraciar todos nós, os seus filhos.
Simples assim!
Ele está aí, nesse momento, sentado ao lado, com a mão na sua perna, te reconfortando e te empurrando a praticar com entusiasmo a bondade o que os nossos corações, nessa época em especial, cadência estrondosamente nos peitos e nas suas batidas anunciando a compaixão e alegria natalinas.
Que venha o Natal, com Deus na cabeceira de todas as mesas.
Halisson































