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De Nova Mutum, “Rei do Ovo” é mais rico no top 10 dos bilionários do agro da Forbes

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IMPÉRIO DE R$ 35 BI

Divulgação

DO REPÓRTERMT

O empresário Ricardo Castellar de Faria, nacionalmente conhecido como o “Rei do Ovo”, tem uma das ascensões mais impactantes do ranking da revista Forbes Brasil divulgado nesta sexta-feira (28). Aos 51 anos, o executivo entrou para a 10ª posição entre os homens mais ricos do país, ostentando um patrimônio avaliado em R$ 35,1 bilhões.

O montante representa um salto vertiginoso de 79,08% em sua fortuna no intervalo de apenas um ano, impulsionado por aquisições internacionais bilionárias. A simbiose dos negócios de Faria com o solo mato-grossense remonta a 2007, em que instalou uma granja de ovos férteis no município de Nova Mutum (240 km de Cuiabá) para abastecer inicialmente a demanda corporativa da Perdigão.

O polo produtivo no Estado serviu de trampolim para a consolidação da Granja Faria, criada em 2006. Atualmente, a companhia opera 34 complexos industriais, emprega cerca de 2,7 mil colaboradores diretos e injeta diariamente no mercado interno e externo a marca impressionante de 16 milhões de ovos, além de derivados e ovos férteis.

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Após arrematar a norte-americana Hillandale Farms por US$ 1,1 bilhão em 2024 e incorporar o espanhol Grupo Hevo, o ponto de inflexão de 2026 ocorreu em março, quando a gestora internacional Warburg Pincus injetou capital na Global Eggs, elevando a holding para estrondosos US$ 40 bilhões e projetando o empresário definitivamente no topo da avicultura mundial.

Top 10 bilionários do agronegócio em 2026:

  • Ricardo Castellar de Faria (Granja Faria) — R$ 35,1 bilhões

  • Joesley Mendonça Batista (JBS) — R$ 21,9 bilhões

  • Wesley Mendonça Batista (JBS) — R$ 21,9 bilhões

  • Alceu Elias Feldmann (Fertipar) — R$ 19,2 bilhões

  • Liu Ming Chung (Nine Dragons Paper) — R$ 7,9 bilhões

  • Blairo Borges Maggi (Amaggi) — R$ 7,2 bilhões

  • Hugo de Carvalho Ribeiro e família (Amaggi) — R$ 7,2 bilhões

  • Itamar Locks (Amaggi) — R$ 6,7 bilhões

  • Rubens Ometto Silveira Mello (Cosan/Raízen/Rumo) — R$ 6,3 bilhões

  • Marcos Molina dos Santos (BRF/Marfrig) — R$ 6,1 bilhões

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