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Defensoria participa do 1° Fórum Estadual de Fibromialgia

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O defensor público Fábio Barbosa reforçou que o órgão está de portas abertas para auxiliar os pacientes a obter na Justiça medicamentos e tratamentos

Por Alexandre Guimarães Alexandre Guimarães/DPMT

Na tarde desta quinta-feira (9), a Defensoria Pública de Mato Grosso (DPMT) participou do 1° Fórum Estadual de Fibromialgia, na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).

O defensor público Fábio Barbosa, coordenador do Grupo de Atuação Estratégica em Direitos Coletivos de Saúde Pública (Gaedic) Saúde, representou a DPMT no evento.

“Um tratamento que muitas vezes não está previsto dentro das políticas do SUS também tem que ser dado pelo Estado. Muitos tratamentos jamais vão ser incluídos no SUS, o que não quer dizer que o Estado não tem que fornecer”, afirmou.

O fórum foi organizado em alusão ao Dia Mundial de Conscientização e Enfrentamento à Fibromialgia, 12 de maio.

Segundo o defensor, muitas vezes a judicialização promove políticas públicas, como a inclusão de remédios e tratamentos no Sistema Único de Saúde (SUS).

Barbosa reforçou que a Defensoria Pública está à disposição para prestar assistência jurídica gratuita a todos que não têm condição de pagar por um advogado particular.

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De acordo com a associação de fibromiálgicos, como são chamados os portadores de fibromialgia, cerca de mil pessoas fazem parte do grupo em Mato Grosso.

Os participantes relataram uma série de obstáculos que enfrentam, tais como dificuldade de fechar o diagnóstico, consulta com especialista, falta de acesso a medicamentos, muitas vezes disponíveis apenas na rede privada, assédio no trabalho, falta de peritos, e a morosidade do Judiciário.

A fibromialgia é uma doença que provoca dor crônica e afeta aproximadamente 2,5% da população mundial, segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR). A maior incidência é em mulheres na faixa etária dos 30 aos 50 anos de idade.

“Só mesmo quem passa a dificuldade de conviver com esse diagnóstico sabe a dificuldade que é. Apesar de estar sendo cada vez mais diagnosticada, existe ainda muito preconceito, até pela falta de conhecimento”, relatou o médico Daniel Rocha, pós-graduado em Medicina da Dor pela Universidade de São Paulo (USP).

Leia mais aqui.

 

 

Diretoria de Imprensa e Comunicação da DPMT

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