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Defensoria Pública de MT apresenta projetos de sucesso sobre justiça climática na abertura da COP30

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DPEMT exibiu modelo de atuação na defesa de catadores de recicláveis, ribeirinhos, indígenas e quilombolas

Por Alexandre Guimarães Isabela Mercuri/DPEMT

Na noite de ontem (10), a Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso (DPEMT) realizou apresentações sobre projetos marcantes na defesa da justiça climática e de grupos em situação de vulnerabilidade, como catadores de recicláveis, ribeirinhos e indígenas, na abertura da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), em Belém-PA.

Esta é a primeira vez que as Defensorias Públicas do Brasil participam do maior evento sobre mudanças climáticas do mundo.

No estande da Defensoria do Brasil na COP30, a partir das 17h, a DPEMT expôs um painel sobre o modelo de atuação do Grupo de Atuação Estratégica em Direitos Coletivos (Gaedic) Catadores de Materiais Recicláveis.

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“Hoje, nós pudemos explicar o tanto que os catadores são importantes para a justiça climática. Com o trabalho desses catadores de materiais recicláveis, temos a redução considerável dos gases que causam o efeito estufa. Eles são peças importantíssimas e grandes protagonistas nesse contexto de justiça climática e justiça social”, afirmou a defensora pública Kelly Monteiro, integrante do Gaedic.

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De acordo com a defensora, a apresentação trouxe visibilidade aos catadores de recicláveis e à atuação da DPEMT em prol desse grupo vulnerável, fundamental para a preservação do meio ambiente e promoção da justiça climática.

“Foram apresentados os catadores de todo o estado, falamos de cooperativismo e associativismo, do curso de capacitação para essa população, dos defensores populares, que também formamos dentro da nossa Escola Superior. Foi uma apresentação bastante exitosa, as pessoas se interessaram, a sociedade civil participou, e os defensores de todo o país gostaram muito da nossa atuação, elogiaram e pediram mais informações”, destacou.

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Em seguida, a Defensoria Pública de Mato Grosso apresentou uma palestra sobre a experiência dos mutirões de atendimento da instituição, com destaque para os projetos Ribeirinho Cidadão e Defensoria Até Você – edições indígena e quilombola.

O evento de abertura contou com a participação de defensores públicos de seis estados do país, que ao longo de 13 dias vão apresentar projetos realizados para garantir a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas para a vida das populações vulnerabilizadas do Brasil.

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“Hoje é um momento extremamente feliz e importante, em que Belém, capital da Amazônia, capital do país, está recebendo as defensoras e defensores públicos com a presença forte da Defensoria Pública do nosso país. Certamente não existe justiça climática e social sem uma Defensoria Pública forte, presente, pujante”, sustentou a defensora pública-geral do Pará, Mônica Belém, na ocasião representando a presidente do Conselho Nacional das Defensoras e Defensores Públicos-Gerais (Condege) e defensora pública-geral de Mato Grosso, Luziane Castro.

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