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Histórias que inspiram

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Novo livro de Filipe Gimenes de Freitas apresenta histórias de vô Manuel que convidam a reflexões existenciais

“E agora, vô Manuel? Lições e histórias de um benfeitor espiritual” é o titulo do novo livro que Filipe Gimenes de Freitas vai lançar dia 14 de março, no prestigiado espaço cultural Sesc Arsenal, às 19 horas, pelo selo Edições Aroe, da Entrelinhas Editora. Este é o terceiro livro do autor, que já lançou “Cristão do Terceiro Milênio” e “A simplicidade é o caminho”, com grande aceitação do público leitor.
Filipe explica que esta obra traz vivências do vô Manuel, um benfeitor espiritual, “em suas falas simples, mas regadas de muita sabedoria. É o avô carinhoso que à luz do Evangelho, acolhe a todos que o procuram, sem deixar de ser firme nas horas necessárias.” O autor ressalta que todas as histórias são verídicas, mas foram suprimidos os nomes das pessoas e particularidades que poderiam identificá-las, “uma vez que a relevância e o propósito deste livro estão nas lições em si e não em quem passava por dificuldades”.

O livro tem a apresentação do arte-educador, espiritualista e também autor João Batista Conrado: “O vô Manuel dá o sinal vermelho: Desacelera… Nem tudo está sob nosso controle. É tanta coisa a estimular nossa compreensão que, por uma questão de preservação de nossa própria identidade, se não estivermos atentos, acabamos vibrando num ambiente hostil, pernicioso e totalmente desnecessário. Ler e refletir esses ensinamentos de vô Manuel é um momento especial a expandir nossa sensibilidade, despertar nossas virtudes, a desacelerar nossa ansiedade de resolver as coisas num estalar de dedos. É nos presentear com um mergulho em nossa própria vida d’Alma, possibilitando o resgate da nossa genuína identidade. Desenvolver nossa aptidão de sentir com esmero nossa vida íntima, assim como aprimorar nossa ressonância com nossos semelhantes, nossa intimidade com a Mãe natureza e acima de tudo nossa ressonância com Deus.”

“Este novo livro de Filipe Gimenes de Freitas apresenta 35 histórias relatadas de forma simples, sobre questões fundamentais, além de um capítulo extra e dos paratextos editoriais. Assim como o seu primeiro e segundo livro, convidam o leitor do terceiro milênio para reflexões existenciais que levam a um novo olhar sobre a vida, as relações humanas e o que realmente importa nesta curta caminhada”, opina a editora Maria Teresa Carrión Carracedo, que destaca a importância dos diferentes olhares percepções e vivências religiosas em todas as culturas, do oriente ao ocidente. “Filipe vem desenvolvendo um trabalho admirável em suas palestras presenciais de sensibilização e lives, em que milhares de pessoas estão em busca de alimento espiritual por meio da internet. Seus livros e ações plantam sementes que devem, no mínimo, provocar reflexões fundamentais em seus leitores.”

Em mensagem psicografada pelo autor em 2014, vô Manuel se apresenta: “Hoje, trabalho no plano espiritual e auxílio a pessoas que trabalham com cura; muitos me perguntam por que não me mostro como um médico e sim como um simples escravo negro. Digo que as marcas que mais tocam o coração do homem são as que formam cicatrizes na caminhada entre as vidas. Como médico, aprendi muito e sou grato, mas como negro, posso dizer que carrego as marcas exemplares da minha caminhada, pois o Cristo me ensinou que os dons recebidos de graça devem ser dados também gratuitamente.”

O Autor, através desta obra, faz uma singela homenagem a quem viu, nomeou e batizou o vô Manuel – a médium umbandista D. Maria José da Silva Matos (nascida em 11 de abril de 1939 e falecida em 28 de setembro de 2024), que trabalhou por mais de 67 anos em favor do próximo e carregou a humildade e a caridade como exemplos maiores de sua passagem pela Terra. Filipe homenageia também um “irmão de fé, uma alma amada por muitos, um médico que honrou como poucos a sua profissão, um poeta do povo e um amigo querido – Ivens Cuiabano Scaff –, que voltou à casa do Pai em 21 de fevereiro de 2024, e quem prefaciou a sua primeira obra (Cristão do Terceiro Milênio)”.

Histórias que inspiram Histórias que inspiram Histórias que inspiram Histórias que inspiram

Cento e vinte e quatro anos de Folia de Reis em Ribeirãozinho, Mato Grosso, tradição que atravessa século.

Cento e vinte e quatro anos de Folia de Reis em Ribeirãozinho, Mato Grosso, tradição que atravessa século.

 

“Já são 42 anos na Folia. Quem me ensinou a afinar a viola, cantar o Reis, passar a coroa, sapatear a catira e dançar uma roda foram tio Lúcio da Silva, Manoel Cascavel e João Amaro. Eles foram os três grandes mestres que tivemos, os líderes que organizaram e cuidaram de tudo. Eles nos transmitiram esse legado, e seguimos ativos até hoje para que essa tradição, que é tão bonita, não se perca. É algo que está se tornando uma relíquia pelo mundo. Por isso, estamos firmes, cantando aos Santos Reis, visitando os devotos, arrecadando recursos para entregar aos festeiros, que organizam a festa para toda a comunidade”. Diz, Vanilson Carlos Ribeiro, 51 anos, participante desde os nove de idade.

Reconhecido violeiro, é exímio tocador de caixa, pandeiro, cavaquinho, reco-reco, viola e sanfona, embaixador, catireiro de roda, domina várias expressões culturais da festa, tal como a dança de roda cruzada, jogando versos onde um canta e outro responde, com o propósito de animar e chamar a atenção do dono da casa. Vanilson reverencia com carinho antigos sanfoneiros que marcaram época, como Rogério Silva, Laurey e Valmir Vilela. Vanilson homenageia aos alferes mais antigos, os mestres da Folia, Jerônimo Chagas, Sebastião Macário e Carlos Leite numa continuidade ancestral que potencializa e vivifica a história cultural da Folia dos Santos Reis.

A 124ª Festa de Santos Reis de Ribeirãozinho – MT, tem como festeiros: Amanda Bento e Emerson Filho; esse ano o comando é do casal Anísio Vicente Alves e Cássia Nery.

Virgílio Junior é folião há 14 anos, é o vovô de folia (o palhaço) podendo exercer alternadamente as atribuições de cantor, tocador e catireiro. O palhaço age como guardião, vai à frente distraindo a turma, vencendo os empecilhos, liberando caminhos para os foliões que o seguem e salvando a bandeira. Atualmente, os palhaços são Virgílio e Lucas. A responsável pela Folia dos palhaços é Laudirene. Usando roupas coloridas, ostentam máscara de couro enfeitada com lã de carneiro e trazem nas mãos uma guia (ponteira) e ou um chicote, na caminhada, eles se alternam na atividade evitando o cansaço.

Lino Alves Gouvêia, há 15 anos participa da Folia, expressa com firmeza e confiança: “Eu sou o principal. Sou o Alferes da Folia, responsável por organizar a arrecadação durante os giros, para entregar todas as doações no dia da festa, em 5 de janeiro de 2025. Também sou o condutor da bandeira, conduzo a bandeira até o dia da entrega na festa de Reis”.

O responsável pela caixa da Folia dos Santos Reis é Lino, que desempenha o papel de amealhar, coletar e salvaguardar as ofertas arrecadadas durante o giro da folia. Ele é encarregado de repassá-las ao festeiro e à festeira no dia da entrega da bandeira, destacando que “é uma ajuda para eles organizarem a festa e oferecerem o almoço e o jantar para toda a comunidade e os visitantes”. Após a oração do terço, ocorre o bingo, seguido pela coroação dos novos festeiros e foliões, e, em seguida, acontece o show e baile.

Laudirey Goulart de Oliveira começou a participar da Folia aos nove anos e é o Capitão guia da festividade. Ele menciona: “Sou responsável pelo giro nas fazendas e nas cidades de Ribeirãozinho, Ponte Branca e Torixoréu. Sou catireiro, toco caixa e pandeiro. Só não toco corda de viola; isso ainda não entrou na minha cabeça, mas um dia aprendo a tocar.” Após compartilhar seu desejo, ele pontua a programação da festividade: “A Folia começou no dia 24 de dezembro de 2024, passou por parte da cidade de Ribeirãozinho, fui para as fazendas e Torixoréu. Amanhã, parte para Ponte Branca, depois volta para Ribeirãozinho novamente, e vai encerrar no dia 5 de janeiro de 2025. A festa é com almoço e jantar gratuitos para todos, além de um bailão com forró.”

Vanilson Carlos Ribeiro é o Embaixador da Folia, sendo responsável por embaixar e comandar a Folia na cantoria e nos versos que são realizados. Laudirene Goulart de Oliveira desempenha as tarefas necessárias na Folia. Sebastião Pereira dos Santos, sanfoneiro da Folia, exerce sua função com responsabilidade, herdada de “Zé Bete do Ribeirãozinho”, um antigo tocador. Elias Soares de Souza toca pandeiro e acompanha a Folia há cerca de 20 anos. Anísio Vicente Alves, conhecido como o “folião cabeça dos outros foliões”, está na Folia há aproximadamente dez anos e toca qualquer tipo de instrumento. Este ano, ele é o responsável pela Folia juntamente com sua esposa, Cássia Nery.

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Erli Mendes toca viola e entoa os cânticos adequados para cada ocasião; Carlos Leite também toca viola e canta. Maria Aparecida da Silva toca reco-reco, assim como Lucineide Cardoso de Oliveira. Luiz Otávio Goulart de Freitas, de apenas 13 anos, participa da Folia há quatro, trabalha como vovô (palhaço) e toca meia-lua. Mônica Rodrigues de Oliveira acompanha a Folia há cerca de sete anos, toca caixa e é mãe de duas crianças foliões. São eles: Kayro Chagas de Oliveira, de dez anos, que participa da Folia desde os sete, e toca pandeiro e meia-lua; e Kauan Chagas de Oliveira, aos seis anos de idade, que está na Folia desde os quatro.

Carlos Henrique Anjos dos Santos, de 20 anos, é folião desde os 16, toca pandeiro. Cecília Vitória Borges Alves, de dez anos, está na Folia desde os sete e toca meia-lua. Cristian Eduardo, de nove anos, acompanha a Folia há três anos, toca pandeiro e aprende tocar cavaquinho. Ravi Gabriel, aos nove anos de idade, participa da Folia desde que nasceu, tocando reco-reco e pandeiro. Maria Luiza Ferreira de Brito está na Folia há quatro anos, tocando reco-reco.

O cantado segundo Vanilson “se a gente chegar numa casa que tiver um presépio, primeiro saúda o presépio é um tipo de cantoria, para o dono da casa é outro tipo de cantoria, que é para pedir oferta e para agradecer, na entrega da bandeira cantar o nascimento e o padecimento de Jesus. Quando está doente é outro tipo de cantoria, é para pedir a benção dos três Reis para dar vida e saúde para aquela pessoa. Esses são os nossos deveres durante o giro”. Evidencia-se que os foliões precisam estar atentos, deter conhecimentos e saberes, e se adequar à roda e às músicas, conforme o momento emocional de cada casa, as particularidades dos devotos e o ambiente que a Folia encontra, que em sua diversidade tem caráter único e multifacetado.

Vanilson carrega um livro artesanal, composto por todas as letras das músicas, e o momento em que devem ser cantadas no percurso da Folia. O hinário mostra: tirada da Folia; para abrir porta fechada; porta aberta; para pedir oferta; para cumprir promessa; convite para festa; primeira adoração; passar coroa; encontro de Folia; segundo encontro de Folia; para fechar a bandeira no presépio; chegada da Folia em 6 de janeiro; salvar um crucificado; cantar para um doente; agradecer quem já morreu; entrega de Folia; para salvar um cruzeiro; para saudar um embaixador; para adorar um presépio; pedir a bandeira fechada no presépio; para agradecer oferta; nascimento de Jesus; padecimento de Jesus; agradecimento de mesa; segundo agradecimento de mesa.

O folião Vanilson finaliza: “Cada verso aqui tem um tipo de cantar.” Há uma estética, uma poética e uma ética em cada detalhe da Folia. Salve os Santos Reis Magos! Salve a Estrela do Oriente!

Por Gilda Portella- multiartista, sacerdotisa de umbanda e mestranda do PPGECCO- UFMT

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Casamento de Marizete e Jolvane

Nos conhecemos em Goiânia, onde morávamos, e posso dizer que nossa história começou em um momento da minha vida que exigia muita força e dedicação. Naquele período, eu estava cuidando da minha mãe e de tios idosos, enfrentando doenças. Foi nesse cenário desafiador que o Jolvane chegou, com sua presença acolhedora e seu apoio incondicional. Ele se tornou um verdadeiro companheiro, sempre solícito e pronto para me apoiar nos momentos mais difíceis, oferecendo força e conforto em cada passo que dávamos juntos.

A mudança para Cuiabá trouxe consigo uma nova etapa em nossa vida. Já tínhamos nossos filhos, Giovana e Cezar, que completavam nossa família e tornavam nossa jornada ainda mais significativa. O Jolvane esteve ao meu lado, não só como marido e pai, mas também como um grande aliado no fortalecimento da nossa fé. Juntos, começamos a nos envolver ainda mais com a religião, encontrando nos caminhos espirituais um pilar essencial para enfrentarmos os desafios da vida.

Há dois anos, fomos acolhidos com muito carinho pela comunidade do Centro Espírita Nossa Senhora do Carmo, um espaço onde passamos a vivenciar ainda mais a nossa espiritualidade. Foi através do convite da Vó Nina que nos sentimos abraçados por uma fé que nos ressoava profundamente tornando-se um local de bênçãos constantes, onde nossas vidas espirituais foram ainda mais enriquecidas.

Na data escolhida para a cerimônia dos batizados, no dia de Oxum, recebi uma surpresa emocionante. O Jolvane, com seu cuidado e amor, organizou uma cerimônia de casamento na Umbanda, depois de 33 anos de convivência. Esse gesto foi mais do que uma simples cerimônia: foi uma renovação de nossos votos, uma celebração da nossa união, é um ato de fé profunda que nos ligava não apenas um ao outro, mas também ao sagrado.

A cerimônia foi planejada com muito carinho e atenção aos detalhes, envolvendo a participação de pessoas muito especiais. Foi idealizada com o apoio do meu esposo, da minha filha Giovana, das minhas mães de santo, Gilda e Giulliana, e da Vó Nina, que com sua sabedoria e amor sempre esteve ao nosso lado. Cada detalhe, cada gesto, foi pensado com tanto amor e dedicação que a cerimônia se tornou uma verdadeira obra coletiva, composta também pela contribuição de todos os meus irmãos de fé, que, de alguma forma, marcaram sua presença nesse momento mágico.

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A lembrança daquela tarde de 8 de dezembro ainda me emociona profundamente. A sensação de estar casada sob as energias e bênçãos de Oxum é algo que jamais esquecerei. A energia daquela tarde foi intensa, vibrante e profundamente significativa, e, desde então, carrego no meu coração o quanto esse dia foi especial e transformador. Casar sob as bênçãos de Oxum, uma das entidades mais poderosas e amorosas foi sem dúvida, um grande presente para minha vida e para a vida da minha família.

Aquela cerimônia não foi apenas uma celebração do amor entre mim e o Jolvane, mas uma união que transcende o plano físico e se conecta com as forças divinas que nos guiam. Agradeço profundamente por todas as bênçãos que recebemos naquele dia, e sou grata por ter tido a oportunidade de celebrar esse momento com todas as pessoas que amamos, em um ambiente de profunda fé e respeito.

Hoje, olhar para trás e perceber como tudo se desenrolou é um motivo de gratidão. Sei que aquele dia, 8 de dezembro, será marcado em minha vida como um dos mais especiais, pois foi o dia em que, mais uma vez, pude testemunhar a força do amor, da fé e da união. É um momento que carrego comigo para sempre, e sei que, com as bênçãos de Oxum, nossa caminhada continuará a ser iluminada, próspera e cheia de amor.

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Batizado é …

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Luz de Olorum

Compromisso

Dádiva

Conexão com a ancestralidade

Sentimento inefável

Gratidão

Paz

Aprendizado intenso

Magia pura

Amor puro e verdadeiro

Benção

Elo com Umbanda

Caridade

Proteção

Amadurecimento espiritual

Renovação

Por Gilda Portella, multiartista, sacerdotisa de Umbanda e mestranda Programa de Pós-Graduação em Estudos de Cultura Contemporânea – UFMT

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Baianos e Baianas na Umbanda

 

 

Cibele Foz, analista de sistemas, médium umbandista e cambone-chefe do sábado na Tenda Umbandista Centro Espírita Pai Jeremias – Seara de Vó Baiana, expressa sua imensa alegria em compartilhar um pouco de sua experiência com a linha dos Baianos e Baianas.

Ela relata que conviveu com essa falange maravilhosa há quase 20 anos e que, ao longo do tempo, aprendeu admirar a sua atuação. São entidades altamente competentes que segundo ela: “são entidades exímias, atuando na linha das Almas, ao lado de Pretos (as) -Velhos (as) e Boiadeiros (as), além de também trabalharem na linha da esquerda” trazendo força e sabedoria para as giras. Para a umbandista Cibele os Baianos são: “devotos do Senhor do Bonfim, têm seu dia comemorado na Umbanda em 15 de agosto. Essa linha, além de sua atuação marcante na Bahia, estende sua presença ao Rio de Janeiro, onde atua em conjunto com a linha dos Malandros, como Zé Pilintra, e também tem forte presença nas giras paulistas”.

Cibele desta que: “quem já teve a oportunidade de testemunhar a chegada dessas entidades nos terreiros sabe que elas emanaram uma força imensa, trazendo proteção, alegria, simpatia, musicalidade e sabedoria. Suas manifestações carregam paz e perseverança, encantando a todos que com eles se comuniquem”.

Seu depoimento é marcante, pois destaca as nuances dessa linha de trabalho: “Como cambone, tive a oportunidade de presenciar que os trabalhos realizados pela linha dos Baianos e Baianas requerem muita disciplina e organização. São entidades firmes, que ‘não aceitam levar desaforo para casa’, mas possuem uma incrível capacidade de ouvir, acolher e aconselhar com palavras mansas, baixas e serenas. Contudo, quando necessário, “não medem palavras e vão direto ao ponto”, fazendo com que os consulentes reflitam sobre determinadas situações para superar suas dificuldades no plano terreno”.

Por fim, ela relatou as principais características dessa linha de trabalho dentro da Umbanda, descreveu os alimentos, o modo de se apresentar, se vestir,  e o campo de atuação dos Baianos e Baianas: ” essas entidades têm personalidades bem marcantes: apreciam água de coco, uma boa cachaça, licor de coco e não abrem mão de um cigarro de palha. Entre suas iguarias favoritas estão o acarajé, a cocada, o caruru e o mungunzá”.

No que diga respeito à sua aparência é diversificada, colorida e alegre, “alguns os baianos costumam usar chapéus de palha, outros chapéus de couro, e alguns lenços, mantém a capoeira antiga continua presente em seus mantras e movimentos. Já as baianas se destacam pelos turbantes, saias rodadas, blusas rendadas e seus acessórios característicos, como pulseiras, braceletes, cordões e brincos grandes”, que reforçam sua presença marcante e cheia de energia.

Os Baianos e Baianas possuem um jeito ” modo particular, único de dançar e uma fala cantada que utilizam em seus trabalhos espirituais, especialmente para quebrar demandas e desfazer trabalhos de magia densas e negativas. Durante suas curimbas, frequentemente simulam movimentos que lembram ‘embriaguez’, mas esse gesto tem um propósito: ativar energeticamente os chacras inferiores. Essa característica os aproxima da linha dos Marinheiros, com quem tem uma conexão forte, imitando o balanço do mar” .

Essas entidades “são portadoras de fortes orações e rezas poderosas. Alguns trabalham benzendo com azeite de dendê e água, enquanto outros utilizam galhos de laranjeira, alecrim, arruda e outras ervas sagradas em seus rituais de cura e proteção”.

Uma coisa é certa: onde quer que um baiano chegue, os ânimos dos entristecidos serão renovados, e a alegria passará a reinar, deixando sua marca de força e luz.

Cantar e rezar duas vezes como nos lembra Vó Nina. Como toda gira tem que ter musicalidade quer sejam sons de palmas, ou de atabaques e ou coro de vozes, então segue alguns pontos cantados da linha dos baianos (as):

1:
Ô MEU SENHOR DO BONFIM
VALEI-ME SÃO SALVADOR
VAMOS SARAVÁ NOSSA GENTE, QUE O POVO DA BAHIA CHEGOU
BAHIA, BAHIA, BAHIA DE SÃO SALVADOR
QUEM NUNCA FOI À BAHIA
PEÇA A DEUS NOSSO SENHOR

2:
BAIANA FAZ E NÃO MANDA, NEM TEM MEDO DE DEMANDA
BAIANA FEITICEIRA, FILHA DE NAGÔ
TRABALHA COM PÓ DE PEMBA, PRA AJUDAR BABALAÔ
BAIANA SIM, BAIANA VÁ QUEBRAR MANDINGA COM DENDÊ

3:
BALANÇA PORTEIRA VELHA, BALANÇA, BALANCEOU
BALANÇA PORTEIRA VELHA, QUE OS BAIANOS JÁ CHEGOU
GALO CANTOU, CANTOU DE MADRUGADA,
AGORA É HORA, É HORA DA BAIANADA.

4:
BAHIA OH ÁFRICA, VENHA NOS AJUDAR
FORÇA BAIANA, FORÇA AFRICANA
FORÇA DIVINA, VEM CÁ, VEM CÁ.

5:
SE ELE É BAIANO, AGORA QUE EU QUERO VER
DANÇAR CATIRA, NO AZEITE DE DENDÊ
EU QUERO VER OS BAIANOS DE ARUANDA
TRABALHANDO NA UMBANDA
PRA QUIMBANDA ELES VENCER

6
BAIANO É POVO BOM
POVO TRABALHADOR
QUEM MEXE COM BAIANO,
MEXE COM NOSSO SENHOR

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