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Mauro critica Marina Silva e aguarda reunião com Lula para tratar da Ferrogrão: ‘pseudo-ambientalismo’

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quase nada andou’

Da Redação OD – Rodrigo Costa

Foto: Aprosoja

O governador Mauro Mendes (UNIÃO) voltou a criticar os entraves à liberação da construção da Ferrogrão, ferrovia estratégica para o escoamento de grãos que vai ligar Sinop, no norte do Estado, ao porto de Miritituba, no Pará, e enfrenta resistências ambientais e indígenas.

Em entrevista ao podcast ‘Apro360’, da Aprosoja, na última quinta-feira (27), ele comparou a diferença da realidade brasileira à de países como Estados Unidos e Canadá.

“A Ferrogrão é extremamente viável, mas a área ambiental do governo é contra. Vamos dar nome aos bois: A ministra Marina é contra. É um ‘pseudo ambientalismo’. Fala que defende o meio-ambiente, mas estão defendendo os interesses daqueles que jogam contra o Brasil”, disse.

“No Brasil não se pode fazer ferrovia ou explorar petróleo, quando todo mundo tá explorando petróleo em alto mar. ‘Ah, mas no Brasil não pode”, completou.

O projeto da Ferrogração está judicializado no Supremo Tribunal Federal (STF) devido a uma ação do PSOL, que contesta a retirada de parte do Parque Nacional do Jamanxim (PA) para a construção da ferrovia.

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Mendes revelou que, a pedido do governo Lula (PT), ainda em 2023,  levou o projeto da Ferrogrão como uma das quatro obras prioritárias para o Estado. Contudo, diz que aguarda há mais de dois meses uma audiência com o presidente da República para tratar do tema.

“Eles deixaram no PAC, mas pouco coisa andou, quase nada andou”. “Eu quero falar com o presidente Lula. Falar com a Marina [Silva, ministra do Meio Ambiente] não adianta, com o Ibama não adianta. […] Pra ver se ele [Lula] diz: ‘vou fazer, não quero fazer’. Assume logo, pelo menos a gente não perde tempo.”

O governo federal ainda não se manifestou sobre o pedido de audiência, afirmou o governador Mauro Mendes.

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