CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

Se preservarmos as áreas certas, os estragos no Pantanal serão menores

publicidade

Fonte:Da Redação Poconet
 O Pantanal é uma das áreas mais impactadas pelos incêndios florestais que ocorrem entre os meses de agosto e outubro. A situação se agrava porque o bioma é atingido por um conjunto de mudanças climáticas atreladas à seca severa, especialmente em Mato Grosso. Segundo a pesquisadora Cátia Cunha, a maior dificuldade em controlar essas queimadas ainda está na definição de estratégias preventivas para evitar o fogo.

“Enquanto houver a seca extrema e a temperatura alta, haverá fogo, haverá incêndio. […] Então, a estratégia que eu acho mais adequada não é só o combate do fogo, nós temos que trabalhar com adaptação, ou seja, buscar formas alternativas para evitar o fogo”, pontua.

Em entrevista ao RepórterMT, Cátia, que é pesquisadora do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Áreas Úmidas (INAU) e professora-doutora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), explica que, caso a prevenção do fogo venha a falhar, é preciso investir em alternativas que causem menos destruição ao bioma, como por exemplo a preservação de áreas específicas, onde as riquezas da fauna e da flora são maiores.

Leia Também:  TRE-MT mantém por unanimidade mandato do vereador Edinho Ball em Poconé

“Eu acredito que precisamos identificar aqueles lugares que são mais importantes em termos da biodiversidade, como as áreas florestadas, margens dos rios, determinadas baías e lagoas para que sejam protegidas. […] Se nós tivermos estratégias nesses lugares bem definidos, nós podemos então direcionar toda a proteção do fogo para essas regiões”, sintetiza.

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade