“Enquanto houver a seca extrema e a temperatura alta, haverá fogo, haverá incêndio. […] Então, a estratégia que eu acho mais adequada não é só o combate do fogo, nós temos que trabalhar com adaptação, ou seja, buscar formas alternativas para evitar o fogo”, pontua.
Em entrevista ao RepórterMT, Cátia, que é pesquisadora do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Áreas Úmidas (INAU) e professora-doutora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), explica que, caso a prevenção do fogo venha a falhar, é preciso investir em alternativas que causem menos destruição ao bioma, como por exemplo a preservação de áreas específicas, onde as riquezas da fauna e da flora são maiores.
“Eu acredito que precisamos identificar aqueles lugares que são mais importantes em termos da biodiversidade, como as áreas florestadas, margens dos rios, determinadas baías e lagoas para que sejam protegidas. […] Se nós tivermos estratégias nesses lugares bem definidos, nós podemos então direcionar toda a proteção do fogo para essas regiões”, sintetiza.





























