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Sesc Pantanal compartilha experiência de governança da maior reserva privada do Brasil em seminário internacional

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Gestão participativa da RPPN Sesc Pantanal foi apresentada em encontro que reuniu mais de 700 especialistas do Brasil e da América Latina
A experiência de governança compartilhada desenvolvida na Reserva Particular do Patrimônio Natural, a RPPN Sesc Pantanal, foi apresentada durante o XII Seminário Brasileiro e o VII Encontro Latino americano sobre Áreas Protegidas e Inclusão Social – XII Sapis e VII Elapis, realizado na Universidade de Brasília (UnB). Considerado o maior fórum técnico-científico sobre áreas protegidas e conservadas no Brasil e na América Latina, o evento reuniu mais de 700 pessoas para articular conhecimentos e experiências voltadas à defesa e ao fortalecimento de territórios e atores que contribuem para conservação da biodiversidade.
Pesquisadores, gestores públicos, organizações da sociedade civil, lideranças e membros de povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais integraram o evento. Representando o Polo Socioambiental Sesc Pantanal, o ecólogo e gestor da RPPN Sesc Pantanal, Alexandre Enout, participou do simpósio “Sítios Ramsar no Brasil: desafios, experiências e participação social”.
Durante o simpósio, Alexandre Enout ministrou a palestra “Sítio Ramsar Sesc Pantanal: governança compartilhada na maior reserva privada do Brasil”, destacando o modelo de gestão da RPPN, que integra conservação, pesquisa científica, educação ambiental e ecoturismo.
“Reconhecida como Sítio Ramsar desde 2002, a RPPN Sesc Pantanal possui uma área protegida de 108 mil hectares e corresponde a cerca de 1% de toda área do Pantanal. A unidade é a maior Reserva Particular do Patrimônio Natural do Brasil e desempenha um papel estratégico na conservação da biodiversidade e na produção de conhecimento científico sobre o bioma”, explica Alexandre.
Na RPPN Sesc Pantanal, a governança compartilhada é realizada por meio do Conselho Consultivo, colegiado criado em 1997, junto com a própria reserva, mesmo sem obrigatoriedade legal para unidades dessa categoria. O grupo reúne representantes da academia, órgãos ambientais, instituições técnicas e comunidade local, reunindo experiências e olhares diversos que contribuem para tomada de decisões.
“A participação no Sapis e Elapis foi uma oportunidade de compartilhar a experiência construída ao longo de quase 30 anos da RPPN Sesc Pantanal e, ao mesmo tempo, conhecer iniciativas que mostram como a conservação se fortalece quando diferentes instituições e saberes atuam de forma articulada”, afirma Alexandre.
Áreas de conservação do Sesc pelo Brasil
De acordo com a diretora de Saúde, Cultura, Lazer e Assistência do Departamento Nacional do Sesc, Diana Abreu, a presença no evento reforça a importância da atuação do Sesc Pantanal, iniciativa do Sistema CNC-Sesc-Senac, que compartilha a experiência da instituição voltada à conservação da biodiversidade e bem-estar das pessoas.
“A participação do Sesc em um dos principais fóruns sobre áreas protegidas da América Latina evidencia a relevância do trabalho que a instituição desenvolve no Pantanal. Afinal, conservar a natureza também é promover saúde, qualidade de vida e bem-estar para as pessoas”, conta.
Neste ano, a instituição também participou da 15ª Conferência das Partes da Convenção Sobre Espécies Migratórias (COP15), em Campo Grande.
O XII Sapis e VII Elapis são uma realização do Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS), em parceria com o Mestrado em Sustentabilidade junto a Povos e Territórios Tradicionais (Mespt) da Universidade de Brasília (UnB), apoio da WWF-Brasil, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.
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