Seria importante os negacionistas e os que duvidam do Relatório Técnico Completo coordenado por Pontes Pantaneiras, desenvolvendo Pesquisa, Diagnóstico, Discussões e Conclusões, seria chamarem o MPF , os MPEs, os CBMs MT e MS bem como a Marinha do Brasil para uma avaliação participativa com a comunidade , sem monopólio do ICMBio e gritaria de claques patrocinadas de ONGs ou academia.
Extremamente relevante seria a aceitação de que não se trata de área criticamente ameaçada, dada a inexistência de atividade degradante ,pois não há espécies raras ou endêmicas ameaçadas de extinção iminente, não há urbanização ou projetos de infraestrutura ameaçando a integridade da região toda…
Seria crucial, guardar distância de generalizações maniqueistas importadas improváveis na planície, tais como HPP e PCHs, agro e ruralistas.
Deveria ser eminentemente técnica e racionalmente objetiva, a justificativa de tal ampliação, para além, muito além da vontade concupiscente de grupos de interesses de mais uma coalizão espúria entre ONGs poderosas financiando protótipos de mini Ongs locais e servidores públicos ansiosos por ampliar seu poder politico de manipulação das fragilizadas populações locais.
Ampliar por ampliar, simples percentual estatístico irrelevante num Pantanal 86% conservado pela iniciativa privada em séculos de utilização não constitui nem objetivo nem estratégia relevante de conservação.
A ciência da conservação precisa ser mais racional e técnica e envolver as pessoas, as populações, as atividades dos que trazem a sustentabilidade como marca de sua cultura multi secular, obviamente evoluída e adaptada à condição local dos inconstantes pulsos naturais de vida na Planície Pantaneira .
*Armando Arruda Lacerda
Porto São Pedro*




























