
Da Redação – Bruna Barbosa
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o Morro de Santo Antônio, em Santo Antônio de Leverger (a 34 km de Cuiabá), tomado por chamas na tarde desta segunda-feira (31). O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) atua no combate a um incêndio florestal registrado no município, que está entre as 18 ocorrências acompanhadas pelas equipes.
Os incêndios combatidos estão em: Água Boa, Alto Araguaia, Nossa Senhora do Livramento, Barra do Garças, Paranatinga, Nova Brasilândia, Barão de Melgaço, Matupá, Itiquira, Rosário Oeste, Várzea Grande, Nova Xavantina, Novo Mundo, Cláudia e Santo Antônio de Leverger.
Outros três incêndios florestais foram extintos nas últimas 24 horas, nos municípios de Barra do Garças, Itaúba e Paranatinga.
Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente. As ações contam com o reforço do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar, conforme a necessidade de cada operação. Essa atuação conjunta amplia a capacidade de resposta e fortalece a estrutura empregada no enfrentamento aos incêndios florestais em todo o Estado.
Focos de calor
Em Mato Grosso, foram registrados 55 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 39 focos de calor foram registrados na Amazônia, 11 no Cerrado e cinco no Pantanal.
Em Terras Indígenas, foram identificados nove focos de calor, sendo três focos na Terra Indígena Sangradouro/Volta Grande, em Poxoréu; dois focos na Terra Indígena Ubawawe, em Santo Antônio do Leste; um foco na Terra Indígena Nambikwara, em Comodoro; um foco na Terra Indígena Paresi, em Tangará da Serra; um foco na Terra Indígena Piripkura, em Colniza; e um foco na Terra Indígena Tapirapé/Karajá, em Santa Terezinha.
































