Presidente da ALMT classifica episódio na Faculdade de Direito como “absurdo” e exige medidas urgentes
Montagem/Reproduções
Da redação
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), manifestou forte indignação nesta quarta-feira (6) a respeito da denúncia sobre uma lista que classificava alunas da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) como “estupráveis”. O parlamentar classificou o ocorrido como uma “violência gratuita” contra mulheres no ambiente acadêmico e exigiu que os responsáveis recebam punições rigorosas. Russi destacou a gravidade de o fato envolver estudantes de Direito e determinou que a Procuradoria da Casa e da Mulher acompanhe o caso de perto.
Em resposta ao episódio, a Faculdade de Direito da UFMT determinou o afastamento preventivo de um aluno investigado por criar a lista, que continha termos ofensivos e de conotação criminosa. A decisão foi tomada pelo diretor do curso, Carlos Eduardo Silva e Souza, após o vazamento de mensagens trocadas em aplicativos que indicavam a intenção de praticar violência sexual contra as estudantes mencionadas.
A UFMT emitiu nota oficial repudiando qualquer forma de misoginia ou violação de direitos humanos. A instituição confirmou a instauração de um procedimento administrativo disciplinar para apurar os fatos e responsabilizar os envolvidos, reafirmando o compromisso com um ambiente seguro e o enfrentamento à violência de gênero.
Fonte Olhar Direto






























