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1957 – Inaugurada fábrica de cimento em Corumbá

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Presidente Juscelino Kubitschek foi convidado para inauguração
Governador João Ponce, presidente JK e Jorge Oliva, presidente da empresa

O presidente Juscelino Kubitschek foi o principal convidado da direção da fábrica de cimento de Corumbá ao ato de inauguração da empresa em Corumbá. O evento histórico, ocorrido em 25 de abril de 1957, foi alvo de reportagem da revista Brasil-Oeste:

No avião “Viscount”, recentemente adquirido para as viagens presidenciais, o presidente Juscelino Kubitscheck seguiu na manhã de 25 de abril p.p. para a cidade de , de onde se transferiu para um “Douglas” que o conduziu a Corumbá. O chefe do Governo fez essa viagem para inaugurar a fábrica da Companhia de Cimento Portland Corumbá, na cidade do mesmo nome, e visitar a Base Naval de . Antes de regressar ao Rio de Janeiro, o presidente da República esteve em , onde pernoitou, para no dia seguinte proceder à inauguração de um cabo aéreo de 40 quilômetros, que transportará calcário da mina à fábrica de cimento em Minas, do mesmo grupo da “Corumbá”.

O presidente Kubitschek chegou a Corumbá às 13h15 procedente de Campo Grande. Durante sua permanência em Campo Grande e em Corumbá o sr. Kubitscheck foi alvo de homenagens por parte do povo das duas cidades, bem como da oficialidade da 9a. RM, da Base Aérea e da Base Naval de Ladário, onde sua presença foi saudada por uma salva de 21 tiros. A todas essas homenagens estiveram presentes o governador do Estado de Mato Grosso, sr. João Ponce de Arruda, o general Arthur Hesket Hall, o almirante Muniz Freire, o bispo de Corumbá, autoridades civis e militares.

No discurso que proferiu ao inaugurar a fábrica de cimento, em Corumbá, o presidente da República declarou: “Criando este centro de produção, que vai melhorar também as condições de vida da Bolívia e do Paraguai quero afirmar que os acordos comerciais que o governo vem fazendo com esses dois países visam apenas a dar ao continente uma estrutura firme e sólida”. Acentuou em seguida, que esse emprenho do Brasil está voltado também para o interesse de manter ligadas todas as nações americanas em torno do objetivo comum de luta pela defesa de uma filosofia que a todos pertence e que é a filosofia cristã.

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FONTE: Revista Brasil-Oeste (SP), n° 10, fevereiro de 1957.

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