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COMO SE ORGANIZAR PARA COMPRAR UM IMÓVEL EM 2026

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Com apenas 19 anos, João Salomão já comprou seu primeiro imóvel

CAIXA Notícias traz dicas para você se preparar para esse momento importante

 

Com a chegada de um novo ano, é comum definir metas e planejar conquistas importantes. Se entre seus objetivos está comprar um imóvel em 2026, esse é um ótimo momento para começar a organização. O CAIXA Notícias reuniu algumas dicas para te orientar nesse processo. Fique até o final e anote o que pode facilitar sua jornada.

 

O jovem João Salomão, estudante de jornalismo, compartilhou conosco sua trajetória para conquistar um imóvel aos 19 anos. Em seu relato, ele divide pontos importantes sobre economia, planejamento financeiro e a importância da determinação para alcançar esse objetivo.

 

“Eu morava com a minha mãe e ela pagava aluguel. Queria sair da casa dos meus pais, mas não desejava ficar refém de aluguel, porque o valor que se paga por um aluguel é o preço que a gente pode pagar por algo que é nosso. Desde muito novo, eu falava: ‘assim que eu completar a minha maioridade, eu vou comprar um imóvel. Não sei como, mas eu vou comprar. “Venho de uma família que não tem muitas condições financeiras, mas a gente sempre se virou ali para trabalhar, para batalhar, para ter o nosso”.

João começou a procurar imóveis em dezembro de 2024. Inicialmente, queria na região de Samambaia (DF). Mas ao ter ideia do valor das parcelas, optou por um apartamento em Águas Lindas (GO), com financiamento pela CAIXA.

 

“Embora fique longe do meu trabalho atual e das minhas outras atividades, é uma região que eu também gosto muito e que tem crescido bastante. As minhas duas irmãs moram por aqui”, detalha João.

 

O jovem trabalha na área de comunicação da Universidade Católica de Brasília. Para complementar a renda, atua como freelancer em social media e estratégia digital. Todo dinheiro extra que recebia foi poupado para realizar seu sonho. Além disso, reduziu gastos com lazer, passou a escolher opções de refeições mais econômicas e evitou comprar roupas novas.

 

Agora, com as chaves do apartamento em mãos, está na fase de pintura, instalação de móveis planejados e eletrodomésticos para enfim se mudar. Recentemente, ele fez um chá de casa nova com amigos e familiares.

 

 

“Jovens que assim como eu que queiram comprar um imóvel. Se você vê ali que já tem uma renda, que tem uma estabilidade, que você consegue comprar um imóvel, não tenha medo. Se arrisque, mas é claro, tenha uma reserva financeira. Quanto mais novo você compra, mais rápido você acaba terminando de pagar ali as parcelas”, aconselha.

 

Apartamento de João Salomão em Águas Lindas (GO)

 

Confira agora algumas dicas para conquistar um imóvel em 2026 e não ter tanta dor de cabeça com imprevistos.

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1 – Defina o tipo de imóvel e a localização. Veja se o intuito é adquirir algo novo ou usado, apartamento ou casa, assim como a metragem ou quantidade de quartos que atenderia bem você e sua família. Outra coisa: escolha as cidades também que você gostaria de adquirir. Nesta etapa, vale também ver a mobilidade e infraestrutura do bairro, valor de condomínio de IPTU e potencial de valorização.

 

A partir daí, inicie simulações e veja qual valor de imóvel estaria dentro do seu orçamento, como fez o João. “Quando você quiser um imóvel, procure várias construtoras, vários corretores e faça simulações, porque, às vezes, com um corretor você precisa dar entrada maior, com outro corretor você consegue uma entrada um pouco menor e consegue negociar isso de uma forma ainda melhor”, destaca.​

 

2 – Analise bem suas finanças. Com uma ideia do que virá pela frente, comece a quitar dívidas, planejar gastos e definir um valor ideal de imóvel. Comece uma rotina de disciplina financeira. Veja quanto você precisa juntar, quanto gastaria com entrada, além de uma reserva separada para taxas (ITBI, registro, escritura e etc). Com isso em mãos, coloque no papel quanto entra e quanto sai todo mês, já visualizando o que pode ser poupado.

 

Deve ser considerado na compra de um imóvel, além das despesas acima, o custo mensal para manutenção desse imóvel, como o valor da prestação do financiamento, condomínio, água, luz e IPTU.

 

3 – Estude as formas de financiamento. Veja com antecedência quais as opções disponíveis.

 

A CAIXA oferece financiamento para todos os públicos:

 

O Programa Minha Casa Minha Vida – PMCMV é destinado às famílias com renda de até R$12 mil e imóveis até R$500 mil. A taxas de juros nominais variam de 4,0% até 10,0% ao ano, permitindo financiar até 80% do valor do imóvel nos sistemas de amortização SAC e PRICE, com até 35 anos para pagar.

 

Nas demais modalidades no SFH, o valor máximo dos imóveis financiáveis é R$ 2,25 milhões com até 35 anos para pagar. Porém, o valor máximo de financiamento vai depender da capacidade de pagamento dos proponentes, podendo comprometer até 30% da renda familiar bruta. O banco financia até 80% do valor do imóvel na modalidade SAC e até 70% na modalidade Price.

 

O financiamento habitacional é corrigido pela TR, atualizando mensalmente o saldo devedor na data de vencimento das prestações.

 

Para outras informações, acesse o site da CAIXA.

 

4 – Veja a lista de documentos importantes que você vai precisar separar: documento oficial de identificação; comprovante de renda atualizado, emitido no máximo há 2 meses e certidão atualizada de inteiro teor da matrícula do imóvel.

 

Para uso do FGTS, separe a última declaração do Imposto de Renda e recibo de entrega à Receita Federal e carteira de trabalho ou extrato de FGTS.

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5 – Se você tem FGTS, veja seu saldo e como gostaria de utilizá-lo na compra. Você pode usar o FGTS para comprar, construir, amortizar ou quitar financiamento de imóvel residencial, usando-o como entrada, para abater parcelas ou até o valor total. Mas atenção: isso é possível desde que cumpra regras como ter 3 anos de trabalho com FGTS, não ter outro financiamento ativo no SFH e o imóvel se enquadrar nos limites de valor do SFH (até R$2,5 milhões) e ter uso para moradia própria.

Como entrada: usar o saldo como parte do pagamento ou para aquisição total do imóvel, caso tenha saldo suficiente.

Amortização/Liquidação: diminuir o valor da dívida ou quitar o financiamento.

Pagamento de Parcelas: reduzir até 80% do valor das prestações por 12 meses consecutivos, usando o saldo disponível.

 

6 – Verifique se o consórcio imobiliário atenderia o seu caso. Entenda: o consórcio é uma modalidade de compra coletiva, onde um grupo de pessoas se compromete a pagar uma parcela mensal, por um tempo determinado. Esse dinheiro é guardado em um fundo comum e, todo mês, alguns integrantes do grupo são escolhidos (por sorteio e por lance) para receber o valor do crédito e comprar o bem.

 

Na modalidade, você não paga juros, mas tem o custo da taxa de administração. É indicado para quem não tem pressa e quer se organizar no médio e longo prazo. Quem participa não recebe o imóvel na hora, então faz sentido para quem quer investir e consegue guardar dinheiro e dar lances.

 

7 – Já pensou em participar de um leilão confiável? Os Imóveis CAIXA ​são usados, de propriedade do banco, disponíveis para compra em diversas modalidades de venda com preços atrativos e condições especiais. Os imóveis são ofertados diariamente e costumam oferecer desconto em relação ao valor de mercado.

 

Nas modalidades de leilão, licitação aberta e venda on-line, você faz sua proposta em sistema on-line de forma digital. Muitos imóveis permitem financiamento.

 

8 – Caso você compre um imóvel com necessidade de reforma, conheça a linha de crédito Reforma Casa Brasil, que possui taxas atrativas. Pelo site do banco é possível verificar a elegibilidade ao programa, simular condições e obter orientações.

 

9 – Se você consegue pagar à vista o imóvel, peça desconto e aproveite o maior poder de negociação.

 

10 – Se você chegou até aqui e prefere guardar um pouco mais de dinheiro, veja as opções de investimento da CAIXA. Atenção: conhecer o seu perfil faz toda a diferença na hora de investir.

 

Para saber mais sobre as opções de investimento – fundos de investimento, ações, LCI, Tesouro Direto, previdência, fundos imobiliários, CDB, Poupança, LCA, Ofertas Públicas, Compromissadas e Consórcio – acesse Link.

06/02/2026

Assessoria de Imprensa da CAIXA

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