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COMPRA DA SANTA CASA Diego cita resgate histórico e vê solução inteligente do Estado MT

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O deputado estadual disse que a proposta de R$ 25 milhões pode encerrar histórico de caos no hospital

O deputado estadual Diego Guimarães disse que proposta de compra da Santa Casa é uma “pá de cal” sobre os problemas administrativos

O deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos), nesta quarta-feira (11), classificou como solução inteligente a proposta de R$ 25 milhões feita pelo Governo do Estado para comprar o Hospital Santa Casa e encerrar o histórico de caos administrativo.

A oferta foi anunciada durante a manhã pelo governador Mauro Mendes (União) durante coletiva de imprensa no Palácio Paiaguás. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e demais lideranças políticas também participaram do evento.

Conforme a gestão estadual, essa proposta prevê pagamento em parcela única e será encaminhada à análise do Tribunal Regional do Trabalho (TRT). Além disso, o governador apontou que os atendimentos de oncologia e hemodiálise infantil – cuja transferência para outra unidade foi classificada como inviável – continuarão funcionando. Outros serviços, contudo, devem ser definidos após a aquisição.

“Essa proposta de aquisição é inteligente e preserva a história da Santa Casa. Também acredito que passa uma ‘pá de cal’, porque o patrimônio passa a ser do Estado de Mato Grosso, quando o TRT autorizar essa solução”, disse.

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“Mais do que um patrimônio histórico, há um patrimônio de vidas que estão sendo salvas todos os dias. Hoje eu me sinto muito feliz, porque é um momento marcante para a Saúde e para Mato Grosso, especialmente olhando para a frente e sabendo que vamos contar com a Santa Casa aberta”, acrescentou.

Diego relatou que a Santa Casa tem um histórico de dificuldades causado por ingerências das administrações anteriores. Segundo o deputado, esse momento caótico prejudicou o patrimônio e os trabalhadores do hospital.

“É importante fazermos um resgate histórico do que levou a essa situação. Em 2017, estive na Câmara Municipal como vereador em Cuiabá e a Santa Casa vinha com dificuldades como gestão e fluxo de caixa. Vivemos um momento caótico que prejudicou a Saúde, os trabalhadores e o patrimônio”, contou.

“Na época, a Prefeitura de Cuiabá se apossava de dinheiro do Estado e não repassava para o hospital. Chegou a atrasar 180 dias. Cobramos o governador para que fosse dada uma solução definitiva para o patrimônio, teve a requisição administrativa e agora temos a solução que ajudará muito a Saúde da capital e do Estado”, completou.

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Autor: ENZO TRES

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