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É falsa a informação de que a Defensoria Pública cobra por atendimento jurídico ou exige reconhecimento facial

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Boato de que o órgão cobra pelo atendimento circulou em conversas de WhatsApp nos últimos dias em Cáceres; assistência jurídica da Defensoria Pública é 100% gratuita

Por Alexandre Guimarães pickpik

É falsa a informação de que a Defensoria Pública cobra por atendimento, peticionamento, ou qualquer outro tipo de serviço judicial ou extrajudicial, ou que exige assinatura digital e reconhecimento facial de qualquer cidadão.

Toda assistência jurídica realizada pela Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso (DPEMT) é 100% gratuita, realizada por defensores públicos e pelos servidores do órgão.

Na última quarta-feira (26), uma cidadã foi até o Núcleo de Cáceres (219 km de Cuiabá) relatar que recebeu uma mensagem via WhatsApp de um suposto escritório de advocacia, alegando que representava a Defensoria Pública, afirmando que ela havia obtido êxito em uma ação judicial e que o valor da causa estaria disponível para resgate, desde que ela assinasse um documento digitalmente e fizesse o reconhecimento facial.

Como não tem familiaridade com tecnologia, ela não assinou, não fez o reconhecimento facial e decidiu ir pessoalmente até a Defensoria, onde foi constatada a tentativa de golpe.

Leia Também:  Núcleo da Defensoria em Terra Nova do Norte retoma atendimento presencial

Todos os canais de atendimento oficiais da Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso, incluindo telefone (WhatsApp) e endereço de cada núcleo, estão disponíveis no site da Instituição (https://www.defensoria.mt.def.br).

A DPEMT presta assistência jurídica gratuita a todo cidadão que comprovar insuficiência de recursos para arcar com os custos de um advogado particular, assim como toda pessoa em situação de vulnerabilidade, como mulheres vítimas de violência, idosos, crianças e adolescentes, pessoas em situação de rua, superendividados etc.

Diretoria de Imprensa e Comunicação Institucional

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