Da Redação OD – Rafael Machado/ Do Local – Luis Vinicius
Foto: Tchélo Figueiredo/ OD – Reprodução
O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) defendeu que o campo político liderado por PT, PSD e partidos aliados acelere a construção de uma frente ampla para disputar as eleições de 2026.
Segundo ele, é necessário amadurecer, ainda neste semestre, a elaboração de um projeto de desenvolvimento para o estado e, em seguida, começar a definir os nomes que vão compor as chapas majoritária e proporcional.
“Nós temos que, na minha opinião, ainda esse semestre, nos reunirmos para amadurecer, primeiro, a definição de um projeto para o Estado, sintonizado com o projeto nacional. E segundo, os nomes que vão defender esse projeto. E nós temos bons nomes no nosso campo para cumprir essa tarefa”, destacou.
Entre os possíveis nomes citados por Lúdio estão o ex-prefeito de Rondonópolis, Zé Carlos do Pátio (PSB), a médica e ex-candidata ao Senado, Natasha Slhessarenko (PSD), o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro (PSD), e a deputada federal Rosa Neide (PT).
Segundo ele, todos têm envergadura para ocupar espaços importantes no pleito de 2026.
“O Zé Carlos do Pátio é um nome qualificadíssimo para a disputa do governo do Estado. A doutora Natacha é um outro nome qualificadíssimo que também pode nos apresentar na disputa do governo. Fávaro é candidato à reeleição para o Senado. Rosa Neide é uma liderança estadual importante do PT para a disputa de federal, também para a disputa de chapa majoritária. Então, assim, nós temos todas as condições de nos posicionar bem em 2026”, destacou.
Lúdio também considera possível ampliar a base de apoio para além da centro-esquerda, incluindo partidos da centro-direita, como o MDB e até atores do União Brasil. Ele avalia que os recentes atritos entre o governador Mauro Mendes e lideranças do MDB, como a deputada Janaina Riva, abrem caminho para uma reconfiguração de alianças no estado.
“Há espaço para uma frente bem ampla para a disputa de 2026. PT, PSD, PCdoB, PV, PSB. O MDB cabe nessa… Na minha opinião, tem. Tem espaço na majoritária. Tem espaço para um pedaço do União Brasil, porque a gente não sabe qual o destino, o rumo que a União Brasil irá tomar. Pode ter um campo próprio, pode se aliar à extrema-direita. Então, tem espaço para a gente trazer um pedaço do União Brasil para o nosso campo”, relatou.
Ele reconheceu que a demora em articular uma aliança ampla prejudicou o grupo nas eleições de 2022. Por isso, reforçou a importância de começar desde já a organizar a estratégia política visando o próximo pleito.
“Em 2022 nós demoramos a nos organizar para a disputa, e eu pessoalmente estou defendendo desde o início deste ano que a gente acelere o processo de construção da nossa chapa majoritária, dos nomes que vão disputar governo do Estado, Senado da República, chapa de federais, chapas estaduais, para que a gente venha forte em Mato Grosso em 2026”, ressaltou.





























