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Feira Preta Latinidades potencializa negócios de empreendedoras negras

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Parceria entre duas iniciativas lideradas por mulheres negras, a Feira Preta Latinidades acontece durante o Festival Latinidades, em Brasília, no Museu Nacional, com apoio da subsecretária de Direitos Humanos e Igualdade Racial da Sejus-DF e Patrocínio Master da Shell

 

Pôster da Feira Preta 2025 / Créditos: divulgação

 

Brasília, julho de 2025 – Em 2025, a Feira Preta Latinidades chega ao Museu Nacional, em Brasília, no dia 26 de julho, como parte da programação do Festival Latinidades. Fruto da parceria entre a Feira Preta, o Latinidades e a Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o evento reforça o compromisso de impulsionar negócios liderados por mulheres negras, unindo estratégia, economia e cultura.

 

A feira é um espaço para geração de rendas e fomento aos negócios de mulheres negras do Distrito Federal na economia criativa. Liderada por Jaqueline Fernandes (Festival Latinidades) e Adriana Barbosa (Feira Preta), duas referências em empreendedorismo negro e cultura afro-brasileira, o encontro terá com 30 estandes.

 

Com 138 inscrições de empreendedoras negras, o edital de seleção já tem suas participantes definidas. Confira abaixo as escolhidas:

 

Gastronomia:

DONA FLORA (@donaflora._), da empresária Ana Paula das Neves Ilorca

 

TACHO DE YABÁ (@tachodeyaba), das empresárias Marla Gabrielle e Valéria Marques Batista

 

GELÉIAS DA DAY (@geleiasdadayfsa), de Dayanne Nascimento Pereira

Literatura a arte:

AMANDLA EDUCAÇÃO PRETA (@amandla.afk_), das empresárias Fernanda Ramos Pimenta e Malu Santos

 

AWORAM ATI IFE (@ayune_aworan), de Andréia Ayune Barbosa de Carvalho

 

TAMBOR – ARTES, MODA E PRODUÇÕES (@tamborartes.modaeproducoes), da empresária María Joana Mendes

 

Acessórios:

LUA LILÁS PRATAS de AÇO (@lualilaspratas), da empresária Luna Milena Guarany Aguiar

 

CAIXA PRETA

MINA NAGÔ + ETNIZE (@etnize e @minanago) – Adornos Corporais, da Ana Carolina Marques de Sousa

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ADUGO ARTE INDÍGENA (@adugo_arteindigena), de Elainy Togojebado de Matos

 

LAROYÊ QUILOMBO (@laroyequilombo), de Ana Paula dos Santos Siqueira

 

RB ESTÚDIO (@estudior), de Rani Maya Campos Ribeiro

 

Vestuário:

BOOM ALTERNATIVA (@boomalternativa), de Malu Martins Felippe dos Santos

BENGUELÊ ATELIER (@bengueleatelier), de Merlin Sheila Maria Barbosa Soares

CRIOOLA (@crioola), da empresária Thatyanna Cunha Barros

IRMANDIVA (@irmandiva), de Mayta Rodrigues da Silva

 

DONA VANDA MACRAME (@donavandamacrame), de Kássia Lauane Pereira da Cruz

TURBANTE FEITO À MÃO (@turbante.feitoamao), de Nathalia de Oliveira

 

KONGO (@madupae), de Madu Paé

 

Cosméticos e beleza:

CUIDADOS DO CERRADO (@cuidadosdocerrado), da empresária Natália dos Santos Barroso Ofão

 

MANDACARU VELAS (@mandacaruvelas), de Maria Izabel Ribeiro Rocha

LOUKAS POR LACE (@loukasporlace), de Kelly Cristina Gonçalves do Nascimento

 

TOM DE ÉBANO (@tomdeebano) – CASA, CORPO E ALMA, das empresárias Ana Elizabeth Oliveira Lima e Kelly Luana Ribeiro de Carvalho

LOJA YALODÊ (@lojayalode), de ialê Garcia Bezerra de Mello

TRANÇAS DA PRETA (@trancaspreta), Karine Gomes de Carvalho

Jardinagem:

JARDIM POR UM FIO (@jardimporum.fio), de Luciane Moreira teles da Silva

 

Outros:

PRETHA – ESTÚDIO CRIATIVO (@prethaestudiocriativo), de Michelle Florenco

VITRINE EDWIGE (@vitrine_edwige), de Edwige Kayi

SANTINHA – MODA AFRO (@santinhamodaafrooficial), de Maria das Graças Almada Viana

ESTILO ROOTS ART AFRO (@estilloroots), Elivandra Vieira do Nascimento

 

CONEXÃO ÁFRICA (@conexaoafricadf), de Rosimar Sousa Santos

“Fortalecer o empreendedorismo de mulheres negras é fortalecer o desenvolvimento econômico com justiça social. Quando criamos espaços como a Feira Preta Latinidades, estamos movendo a base, valorizando saberes ancestrais e impulsionando potências que transformam comunidades inteiras. O Latinidades entende que cultura e economia caminham juntas e que investir nas ideias e nos negócios das mulheres negras é investir no futuro”, ressalta Jaqueline Fernandes, fundadora do instituto Afrolatinas.
Glauco Paiva, gerente executivo de Comunicação e Marca da Shell Brasil, afirma que apoiar iniciativas nacionais que incentivam o empreendedorismo é essencial para o fortalecimento da atuação da empresa no país: “Estamos muito felizes em iniciar essa parceria com o Festival Latinidades. Através do nosso apoio, queremos promover o fortalecimento e a perpetuação do patrimônio cultural imaterial produzido por mulheres negras. A parceria é um reflexo da nossa agenda de patrocínios que reitera nosso compromisso com a sociedade brasileira e a cultura nacional”, comenta.
Sobre o Instituto Afrolatinas

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O Afrolatinas é uma organização sem fins lucrativos que atua por meio das artes, da cultura e da educação para promover equidade de gênero e raça, contribuir para a difusão e o reconhecimento de narrativas, saberes e memória, além de impulsionar a autonomia financeira e a redução das violências contra as mulheres negras.

 

Sobre a Shell Brasil

Há 112 anos no país, a Shell Brasil é uma companhia de energia integrada, com participação nos setores de Petróleo e Gás, Soluções Baseadas na Natureza, Pesquisa & Desenvolvimento e Trading, por meio da comercializadora Shell Energy Brasil. A companhia está presente ainda no segmento de Biocombustíveis por meio da joint-venture Raízen, que no Brasil também gerencia a distribuição de combustíveis da marca Shell.

A Shell Brasil trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.

Agência Lema 

Leandro Matulja/Leticia Zioni/Guilherme Maia

 

Gabriel Aquino –

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