A decisão representa um passo decisivo para que os responsáveis sejam punidos
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS aprovou nesta segunda-feira (01), em Brasília, o requerimento que pede a prisão preventiva de 21 investigados envolvidos no esquema de fraudes contra aposentados e pensionistas em todo o país.
Autora da CPMI, a deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT) celebrou o resultado, destacando que a decisão representa um passo decisivo para que os responsáveis sejam punidos.
“Quando apresentei o requerimento de criação da CPMI, nosso objetivo era dar voz aos aposentados lesados, buscar a verdade e garantir justiça. Hoje, a Comissão cumpre esse papel ao exigir que os envolvidos respondam criminalmente por seus atos”, afirmou a parlamentar.
Lista dos nomes que constam no requerimento de prisão:
- Andre Paulo Felix Fidelis
- Eric Douglas Martins Fidelis
- Cecilia Rodrigues Mota
- Virgilio Antonio Ribeiro de Oliveira Filho
- Thaisa Hoffmann Jonasson
- Maria Paula Xavier da Fonseca Oliveira
- Alexandre Guimaraes
- Antonio Carlos Camilo Antunes
- Rubens Oliveira Costa
- Romeu Carvalho Antunes
- Domingos Savio de Castro
- Milton Salvador de Almeida Junior
- Adelinon Rodrigues Junior
- Alessandro Antonio Stefanutto
- Geovani Batista Spiecker
- Reinaldo Carlos Barroso de Almeida
- Vanderlei Barbosa dos Santos
- Jucimar Fonseca da Silva
- Philipe Roters Coutinho
- Mauricio Camisotti
- Marcio Alaor de Araujo – citado pelo depoente Eli Cohen como operador de consignados junto a instituições financeiras
O requerimento será submetido ao colegiado da comissão e, se aprovado, seguirá para o Supremo Tribunal Federal (STF), onde caberá ao relator, ministro André Mendonça, decidir sobre os pedidos.
O episódio com a senadora – Durante a sessão, após a aprovação do requerimento, ocorreu um desentendimento entre a deputada Coronel Fernanda e a senadora Leila Barros (PDT-DF). A senadora não aceitou a comemoração do resultado e iniciou uma discussão.
“A senadora Leila não gostou quando comemorei a aprovação e veio para cima, mas eu não aceitei a tentativa de me intimidar e revidei. Ela disse que não tinha medo e eu também retruquei que não tinha medo”, relatou Fernanda.
A deputada, no entanto, lamentou o episódio e afirmou que preferiu se afastar para evitar o prolongamento da discussão. “É um fato lamentável que já passou. A CPMI não pode ser palco de brigas pessoais, e sim um instrumento de justiça”, finalizou.




























