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Jayme Campos manifesta apoio ao fim da escala 6×1 e pede diálogo responsável no Senado

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O senador Jayme Campos manifestou apoio, quarta-feira (1º), ao fim da escala de trabalho 6×1 sem redução salarial, durante a sessão de debates promovida pelo Senado. O encontro reuniu 56 oradores representantes de confederações, federações, associações, sindicatos, cooperativas, centrais sindicais, além de especialistas dos três setores da economia nacional. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC 221/2019) segue, agora, à Comissão de Constituição e Justiça da Casa.

“Eu tenho certeza de que esta proposta representa o anseio da classe trabalhadora e dos homens e mulheres de bem que desejam um país de oportunidades e justiça social. Estamos falando da vida de milhões de brasileiros, de tempo dedicado à família, ao descanso, à qualificação profissional e, ao mesmo tempo, da competitividade das empresas e da capacidade de gerar empregos. É justamente por isso que este debate exige serenidade, responsabilidade e diálogo”, afirmou.

Jayme conclamou o Parlamento a não transformar a matéria em um debate entre trabalhadores e empregadores e pediu a construção de uma solução equilibrada que valorize quem trabalha sem comprometer a geração de empregos e o crescimento econômico.

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“Quero deixar bem claro o meu posicionamento: votarei favoravelmente pelo fim da escala 6×1, conforme propõe a PEC 221. Faço isso com a tranquilidade de quem tem mais de 40 anos de vida pública. Em toda a minha trajetória, nunca votei contra os trabalhadores brasileiros. Sempre estive ao lado da expansão dos direitos sociais, da valorização do emprego digno e da construção de um país com mais oportunidades para todos nós”, disse.

Tramitação

A matéria deve seguir para apreciação da Comissão de Constituição e Justiça, que deve avaliar sua admissibilidade. Após esta etapa, a matéria segue para plenário, onde deve ser debatida por cinco sessões até o primeiro turno de votações. Para ser aprovada, ela deve contar com 49 votos. Após o primeiro turno, a PEC deve ser debatida por mais três sessões, até que seja votada em segundo turno. Após todas essas etapas ela segue para sanção presidencial.

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