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Max vira fiel da balança entre Pivetta e Wellington e poderá indicar vice; Elson Ramos é cotado

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arranjo político

Da Redação – Luis Vinicius

Crédito: Montagem feita com IA

Elson Ramos e Max Russi

Os dois principais grupos que disputam o Palácio Paiaguás aguardam a decisão do presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (Podemos), sobre com qual projeto caminhará nas eleições. Tratado como fiel da balança pelas articulações de Otaviano Pivetta (Republicanos) e Wellington Fagundes (PL), o deputado negocia espaço na composição da chapa majoritária e poderá ter influência decisiva na escolha do candidato a vice-governador da chapa com a qual decidir caminhar. O empresário Elson Ramos pode ser uma das indicações.

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Com a convenção do seu partido marcada para esta terça-feira (4), Max tem mantido conversas com integrantes dos dois grupos antes de definir o posicionamento. O deputado ainda não anunciou publicamente qual projeto deverá apoiar e, atualmente, mantém a pré-candidatura à reeleição como deputado estadual.

Nas articulações conduzidas pelo PL, que no domingo (2) anunciou aliança

 com o MDB, o espaço para acomodar o grupo de Max segue aberto mesmo após dirigentes da legenda informarem que a chapa havia sido fechada com o empresário Marcelo Maluf (Novo) como candidato a vice de Wellington.

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Nesse cenário, o presidente da Assembleia teria como contrapartida espaço para indicar o novo candidato a vice-governador. Uma das possibilidades discutidas é o próprio Max assumir a condição de vice na chapa de Wellington. Essa alternativa, porém, é considerada a mais difícil, diante do projeto de reeleição do deputado e da posição

de destaque que ele ocupa no Legislativo.

A possibilidade apontada como mais provável é a indicação de Elson Ramos para ocupar a vaga. O nome seria apresentado pelo grupo político ligado a Max como condição para a adesão a qualquer um dos projetos.

No grupo de Pivetta, a negociação é considerada mais complexa. Isso porque o ex-governador Mauro Mendes (União), um dos líderes do grupo, defende a escolha do deputado federal Fábio Garcia (União) para a vice.

Fábio, por sua vez, mantém, até o momento, o projeto de disputar a reeleição. Mesmo assim, o nome do parlamentar é tratado internamente como uma das principais

opções para compor a chapa liderada por Pivetta.

A decisão também poderá provocar mudanças nas candidaturas proporcionais. Caso Max aceite disputar a vice-governadoria, deixaria de concorrer à reeleição para a Assembleia. Se apenas indicar um aliado, poderá permanecer na disputa por novo mandato e, ao mesmo tempo, integrar uma das chapas majoritárias.

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