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Por que algumas pessoas nunca têm cárie e outras vivem no dentista?

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Dentista explica como fatores genéticos, hábitos e rotina de cuidados influenciam a saúde bucal

Foto: Freepik

Enquanto algumas pessoas chegam à vida adulta sem nunca ter tratado uma cárie, outras parecem estar sempre no consultório odontológico. Mas essa diferença não acontece por acaso. A saúde dos dentes está diretamente ligada a uma combinação de fatores como rotina de higiene, alimentação, genética e acompanhamento profissional.
Segundo Rosemary Pereira de Araujo Carvalho, coordenadora do curso de Odontologia da Faculdade Anhanguera, a cárie é considerada uma doença multifatorial. “Ela não está relacionada apenas à escovação. Envolve também a alimentação, a qualidade da saliva, a presença de bactérias, a genética e hábitos adquiridos desde a infância”, explica.
Confira, a seguir, os principais fatores que influenciam no surgimento das cáries:
1.Higiene bucal inadequada

Escovar os dentes corretamente, usar fio dental diariamente e manter visitas regulares ao dentista são cuidados essenciais para evitar o acúmulo de placa bacteriana, um dos principais fatores envolvidos na formação das cáries. Segundo a especialista, mesmo quem escova os dentes todos os dias pode realizar a higiene de maneira incompleta ou sem a técnica adequada.
2. Consumo frequente de açúcar

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A alimentação tem papel fundamental na saúde dos dentes. O consumo excessivo de açúcares e carboidratos fermentáveis favorece a proliferação de bactérias que produzem ácidos e enfraquecem o esmalte dentário. “Não é apenas a quantidade de açúcar que importa, mas a frequência. Beliscar doces ao longo do dia pode ser mais prejudicial do que consumir em um único momento”, destaca.
3. Baixa produção de saliva

A saliva funciona como um mecanismo natural de proteção da boca, ajudando a neutralizar os ácidos e a fortalecer os dentes. Por isso, pessoas com menor fluxo salivar podem apresentar maior risco de desenvolver cáries. Essa redução pode estar relacionada a diferentes fatores, como características individuais, uso de determinados medicamentos e desidratação.

 

4. Influência da genética

A genética também pode interferir na resistência do esmalte dentário e em características da microbiota bucal. No entanto, a predisposição não significa necessariamente que a pessoa desenvolverá cáries. “Isso não significa que a pessoa esteja condenada a ter cáries, mas que precisa redobrar os cuidados preventivos”, reforça a professora.

 

5. Falta de acompanhamento profissional

As consultas periódicas ao dentista ajudam a identificar alterações ainda em estágio inicial, muitas vezes antes do surgimento de dor ou outros sintomas. O acompanhamento também permite avaliar os fatores de risco de cada paciente e orientar medidas preventivas individualizadas. Quanto mais cedo uma lesão é identificada, maiores são as possibilidades de realizar abordagens mais simples e menos invasivas.

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Sobre a Anhanguera – Com 32 anos de história, a Anhanguera oferece para jovens e adultos uma infraestrutura moderna, ensino de excelência e portfólio diversificado com mais de 63 cursos de graduação presenciais, 43 semipresenciais e 57 na modalidade a distância, além de pós-graduações, cursos livres, profissionalizantes, técnicos e EJA. Pertencente à Cogna Educação, a maior e mais completa empresa de soluções educacionais do país, a Anhanguera conta com 108 unidades e centenas de polos em todos os estados brasileiros. Atende milhares de alunos com um corpo docente formado por professores especialistas, mestres e doutores e, 94% da instituição possui conceito 4 ou 5 no Ministério da Educação, sendo 5 a nota máxima atribuída pelo orgão responsável. Para mais informações das soluções educacionais, acesse o site.

 

Contatos para a imprensa:

Atendimento PR:

Priscila Dezidério

E-mail: [email protected]

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