CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

Teva amplia acesso ao tratamento para púrpura trombocitopênica idiopática (PTI) de origem imune com lançamento de novo genérico no Brasil

publicidade

Nova opção chega ao mercado nacional com indicação para pacientes adultos e pediátricos que não responderam adequadamente aos tratamentos convencionais

São Paulo, agosto de 2026 – A Teva Brasil, líder global em medicamentos genéricos, anuncia o lançamento do seu eltrombopague olamina no Brasil, que estará disponível nas apresentações de 25 mg e 50 mg, em caixas com 14 comprimidos, para uso oral. A substância é indicada para o tratamento de pacientes adultos e pediátricos, a partir de 6 anos, com púrpura trombocitopênica idiopática (PTI) de origem imune que apresentaram resposta insuficiente aos tratamentos convencionais, como corticosteroides, imunoglobulinas ou esplenectomia, e que apresentam risco aumentado de sangramento e hemorragia. Para pacientes pediátricos, a indicação contempla casos com duração da doença de seis meses ou mais desde o diagnóstico. Com disponibilidade prevista para agosto, o medicamento atenderá os mercados público e privado.

 

A púrpura trombocitopênica idiopática (PTI) de origem imune é uma doença hematológica autoimune rara caracterizada pela destruição das plaquetas pelo próprio sistema imunológico, comprometendo a coagulação do sangue. A redução dessas células aumenta o risco de sangramentos espontâneos e pode provocar sintomas como manchas roxas na pele (púrpuras), sangramentos nasais e gengivais, além de elevar o risco de hemorragias. Embora sua causa ainda não seja completamente conhecida, o diagnóstico precoce e o manejo adequado são fundamentais para reduzir complicações e proporcionar um acompanhamento mais seguro e individualizado aos pacientes.1

Leia Também:  Laboratório Teuto transforma carreiras e fortalece relações humanas com projeto inovador

 

O diagnóstico e o tratamento da PTI devem ser conduzidos por profissionais médicos, considerando as características clínicas e as necessidades individuais de cada paciente. No Brasil, ainda não existem estimativas oficiais sobre a incidência e a prevalência da púrpura trombocitopênica imunológica (PTI), o que reforça a importância da conscientização e do diagnóstico adequado da doença.

 

“Esse lançamento reforça nosso compromisso de ampliar o acesso da população brasileira a tratamentos seguros, eficazes e de qualidade, além de contribuir para a jornada de pacientes que convivem com essa enfermidade, especialmente diante de uma doença rara. Acreditamos que oferecer novas alternativas terapêuticas é uma forma de contribuir para um cuidado mais abrangente e para a sustentabilidade do sistema de saúde”, afirma Fabio Carvalho, diretor médico da Teva.

 

A Teva atua há mais de 120 anos no desenvolvimento de soluções que contribuem para tornar os tratamentos mais acessíveis e ampliar as opções terapêuticas disponíveis para profissionais de saúde e pacientes.

 

Sobre a Teva

A Teva Pharmaceutical Industries Ltd. (NYSE e TASE: TEVA) está se transformando em uma empresa biofarmacêutica inovadora líder de mercado, impulsionada por um negócio de genéricos de nível mundial. Há mais de 120 anos, o compromisso da Teva com a melhoria da saúde nunca se alterou. Desde a inovação nas áreas de neurociência e imunologia até o fornecimento de medicamentos genéricos complexos, biossimilares e marcas farmacêuticas em todo o mundo, a Teva se dedica a atender às necessidades dos pacientes, agora e no futuro. Na Teva, estamos todos empenhados em uma saúde melhor.

Leia Também:  Paracetamol na gravidez causa autismo em crianças?

Para saber mais sobre como, acesse www.tevapharm.com.

 

Sobre a Teva Brasil

No Brasil desde 2006, a Teva oferece um portfólio diversificado de tratamentos, com destaque para especialidades como sistema nervoso central, doenças raras, oncologia e hematologia. As pessoas estão no centro de tudo o que a empresa faz, com iniciativas voltadas ao cuidado humanizado de pacientes, além de ações contínuas de apoio e capacitação dos seus colaboradores.

Saiba mais em www.tevabrasil.com.br.

 

Referências

  1. MELO, Nina. PTI e câncer: o que há de comum entre essas duas doenças? Observatório de Oncologia, 1 jun. 2016. Disponível em: Observatório de Oncologia. Acesso em: 15 jul. 2026.

 

 

Para mais informações:
Imagem Corporativa

 

Catarina Marrão

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade