Da Redação – Pedro Coutinho
Foto: Rodrigo Moura
No tempo regulamentar, o Leão pressionou, dominou a posse de bola e arrematou mais de 20 finalizações, mas parou no paredão de Luiz Henrique, que se emocionou depois do jogo pela ótima atuação.
O resultado, histórico para o time de Várzea Grande, foi desastroso para o nordestino. Após dois anos, o Sport voltou a ser assombrado pelo fantasma da eliminação logo na primeira fase da Copa do Brasil. Esse fracasso também foi repetido pelo Cuiabá e União de Rondonópolis, os dois únicos conterrâneos do Chicote.
Diante do Porto Velho, o Dourado sucumbiu nas penalidades por 4 a 3 após empate sem gols na Arena Pantanal, na última quarta (19). Um dia antes, o Colorado do Cerrado foi derrotado pelo Vasco por 3 a 0.
Defendendo sequência de 18 jogos de invencibilidade, o Chicote da Fronteira tinha uma missão desafiadora na noite de ontem: vencer o Sport, considerado favorito, e disputar a segunda fase da Copa, onde nunca havia chegado.
“Sentimento único”, definiu o herói do jogo, Luiz Henrique, que defendeu as cobranças do atacante português Gonçalo Paciência e do volante colombiano Rivera. Durante os 90 minutos, ele segurou as investidas adversárias com grandes defesas e sacramentou o triunfo.
Garantido o feito histórico, o tricolor ainda leva para casa a premiação de R$ 1 milhão, que agora se soma aos R$ 800 mil que embolsou pela participação na “copa mais democrática do país”.
Nesta quinta-feira, Rio Branco-ES e Novorizontino se enfrentam. Quem avançar duela contra o Chicote da Fronteira na segunda fase da Copa. O mando de campo é do Operário. Os jogos da segunda fase ainda não têm data definida, mas, de acordo com a tabela básica da CBF, as datas previstas são 5 ou 13 de março.
No estadual, o Operário está nas quartas de final e joga contra o União às 18h deste domingo, no Luthero Lopes, pela ida no mata-mata.

































