Censo 2022: Taxa de alfabetização das pessoas quilombolas de 15 anos ou mais de idade é de 86,55% e analfabetismo é de 13,45%, em Mato Grosso
Nesta sexta-feira, 19 de julho, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas – IBGE- traz a público a 12ª divulgação temática dos resultados do Censo Demográfico 2022 (CD2022), abordando, nesta oportunidade, informações relativas à alfabetização das Pessoas Quilombolas e Características dos Domicílios, segundo os recortes territoriais específicos: Resultados do Universo.
CONCEITOS
Pessoa quilombola
Definiu-se como quilombola a pessoa residente em localidades quilombolas que se declarou quilombola.
Pessoa Alfabetizada e não alfabetizada
A pessoa que sabe ler e escrever pelo menos um bilhete simples ou uma lista de compras, no idioma que conhece, independentemente do fato de estar ou não frequentando escola e já ter concluído períodos letivos. A informação foi captada através do quesito “Sabe ler e escrever?”, do questionário básico do Censo Demográfico.
Não é alfabetizada a pessoa de 5 anos ou mais de idade que nunca aprendeu a ler e a escrever; que sabe apenas assinar o próprio nome, mas não sabe ler nem escrever um bilhete simples; que aprendeu, mas esqueceu, devido a um processo de alfabetização precário que não se consolidou.
Taxa de alfabetização e taxa de analfabetismo
A Taxa de alfabetização representa o percentual de pessoas com 15 anos ou mais de idade que sabem ler e escrever pelo menos um bilhete simples, no idioma que conhecem, na população total residente da mesma faixa etária, em determinado espaço geográfico, no ano considerado.
Já a Taxa de analfabetismo representa o percentual de pessoas com 15 anos ou mais de idade que não sabem ler e escrever pelo menos um bilhete simples, no idioma que conhecem, na população total residente da mesma faixa etária, em determinado espaço geográfico, no ano considerado.
ANÁLISE DOS RESULTADOS
De acordo com os resultados do CD2022, a população quilombola residente no Brasil é de 1.330.186 pessoas, correspondendo a 0,66% da população.1
Os primeiros resultados do Censo 2022 permitem conhecer o quantitativo de população residente nos Territórios Quilombolas oficialmente delimitados2
, como também a distribuição de população quilombola nesses territórios. No universo das pessoas quilombolas residentes no País, as pessoas localizadas em Territórios Quilombolas oficialmente 1 Os dados apresentados foram atualizados em 22/12/23 e referem-se aos dados coletados até o dia 28/05/2023, com a incorporação das revisões realizadas entre 29/05/2023 e 07/07/2023.
2 Definiu-se como localidades quilombolas aquelas que compõem o conjunto dos Territórios Quilombolas oficialmente delimitados, dos agrupamentos quilombolas e das demais áreas de conhecida ou potencial ocupação quilombola.
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delimitados representam 12,61% da população quilombola, de modo que 1.162.417 (87,39%) pessoas quilombolas encontram-se fora de áreas formalmente delimitadas e reconhecidas.
A Grande Região que concentra a maior quantidade de pessoas quilombolas é a Região Nordeste, com 906.337 quilombolas, correspondendo a 68,14% da população quilombola, seguida da Região Sudeste com 182.427 pessoas e a Região Norte com 167.311 pessoas, ambas contabilizando 26,29% da população quilombola. Responsáveis por 5,57% da população quilombola, as Regiões Centro-Oeste e Sul têm 44.997 e 29.114 pessoas, respectivamente.
Em Mato Grosso, a população quilombola apurada na operação Censitária foi de 11.729, correspondendo a 0,32% do total da população mato-grossense. Deste quantitativo, 958 pessoas(8,17%) estavam localizadas nos quatro Territórios Oficialmente Delimitados: Mata Cavalo (711) Lagoinha de Baixo (63), Campina de Pedra (54) e Laranjal (148) pessoas. A distribuição de pessoas quilombolas fora dessas áreas foi equivalente a 10.771 correspondendo a 91,83% da população quilombola.
TAXA DE ALFABETIZAÇÃO E TAXA DE ANALFABETISMO – PESSOAS QUILOMBOLAS (15 ANOS OU MAIS)
Em 2022, no Brasil, havia 1.015.034 pessoas quilombolas de 15 anos ou mais de idade, vivendo dentro e fora de Territórios oficialmente delimitados, das quais 822.319 sabiam ler e escrever um bilhete simples (alfabetizadas) e 192.715 não sabiam ler e escrever um bilhete simples (analfabetas). A partir desses totais populacionais, a taxa de alfabetização dos quilombolas foi 81,01% em 2022, abaixo da taxa nacional. A taxa de analfabetismo dos quilombolas foi 18,99% deste contingente populacional, 2,7 vezes acima da taxa nacional de 7,0%.
Os resultados do Censo Demográfico 2022 mostram que, em Mato Grosso havia 9.145 pessoas quilombolas de 15 anos ou mais de idade vivendo dentro e fora de territórios oficialmente delimitados, das quais 7.915 sabiam ler e escrever um bilhete simples (alfabetizadas) e 1.230 não sabiam (analfabetas).
A partir desses totais populacionais, a taxa de alfabetização dos quilombolas, no estado, foi 86,55% em 2022, abaixo da taxa de alfabetização de pessoas de 15 anos ou mais em todo o Brasil que foi de 93% e 94,19% em Mato Grosso. Entretanto, o estado figura acima da taxa de alfabetização da população quilombola nacional, que foi 81,01%. A taxa de analfabetismo das pessoas quilombolas de 15 anos ou mais de idade em Mato Grosso foi de 13,45%.
Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2022
A taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais reflete o acesso à escolarização na idade adequada em gerações passadas e aos programas de alfabetização para jovens e adultos para aqueles que não tiveram acesso à escolarização na idade adequada.
Analisando a taxa de analfabetismo das pessoas quilombolas de 15 anos ou mais de idade residentes em Mato Grosso, quando comparada com a taxa da população com 15 anos ou mais do Estado, verifica-se que é mais elevada em todos os grupos de idade, com maior diferença a partir do grupo de 25 a 34 anos de idade, o que denota menores oportunidades educacionais dos quilombolas em relação à população residente. É importante salientar que a situação de alfabetização das pessoas quilombolas poderá ser melhor compreendida mediante a desagregação por situação rural ou urbana dos domicílios, o que deverá acontecer nos próximos meses, nos prazos necessários para a apuração e divulgação dos resultados do Censo Demográfico. A partir de então, será possível a contextualização mais precisa das diferenças nas taxas de alfabetização e analfabetismo entre as pessoas quilombolas e a população total residente.
Verifica-se a mesma tendência entre os quilombolas e a população residente no Estado, de aumento da taxa de analfabetismo com o aumento da idade, contudo, nos quilombolas esse aumento é mais acentuado (Tabela 9793). Até os 34 anos de idade, a diferença entre a taxa de alfabetização da população residente e da população quilombola é inferior a 2 pontos percentuais, ampliando de forma acentuada essa diferença nas faixas seguintes, chegando a 17,3 pontos percentuais de diferença no grupo de 65 anos ou mais de idade, denotando maior acesso a oportunidades educacionais das gerações mais novas em relação às mais idosas, entre as pessoas quilombolas, devido à expansão do acesso à educação em décadas recentes.
Tabela 9793 – Taxa de alfabetização da população total e quilombola de 15 anos ou mais de idade, por sexo, idade e localização do domicílio
Unidade da Federação – Mato Grosso
Localização do domicílio – Total
Ano – 2022
Sexo – Total
Idade
Variável
Taxa de alfabetização das
pessoas de 15 anos ou mais
de idade (%)
Taxa de alfabetização das
pessoas quilombolas de 15
anos ou mais de idade (%)
15 a 19 anos 98,75 98,29
20 a 24 anos 98,84 98,51
25 a 34 anos 98,66 97,52
35 a 44 anos 97,26 94,6
45 a 54 anos 94,04 88,81
55 a 64 anos 88,44 74,87
65 anos ou mais 76,01 58,71
Fonte: IBGE – Censo Demográfico
A taxa de analfabetismo das pessoas quilombolas residentes em Territórios Quilombolas oficialmente delimitados é maior quando comparada com a população quilombola residente fora dessas áreas até os 44 anos. Comparando a população alfabetizada dentro e fora de territórios quilombolas, é possível observar uma inversão a partir dos 45 anos de idade (Tabela 9793), denotando que a desigualdade de oportunidades educacionais entre pessoas quilombolas residindo dentro e fora de territórios oficiais é mais acentuada a partir dos 45 anos de idade.
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Tabela 9793 – Taxa de alfabetização da população total e quilombola de 15 anos ou mais de idade, por sexo, idade e localização do domicílio Unidade da Federação – Mato Grosso
Ano – 2022
Sexo – Total
Variável – Taxa de alfabetização das pessoas quilombolas de 15 anos ou mais de idade (%)
Idade
Localização do domicílio
Em territórios quilombolas Fora de territórios
quilombolas
15 a 19 anos 95,38 98,52
20 a 24 anos 97,92 98,55
25 a 34 anos 92,05 97,86
35 a 44 anos 89,78 95,01
45 a 54 anos 90,08 88,71
55 a 64 anos 77,69 74,58
65 anos ou mais 60,54 58,48
Fonte: IBGE – Censo Demográfico
ALFABETIZAÇÃO DAS PESSOAS QUILOMBOLAS DE 15 ANOS OU MAIS DE IDADE, POR SEXO
No Brasil, os homens quilombolas apresentaram uma taxa de alfabetização de 79,11%, que é 3,78 pontos percentuais abaixo da taxa de alfabetização das mulheres quilombolas, denotando uma diferença mais ampla do que aquela encontrada na população total, que é de 1 ponto percentual a mais na taxa de alfabetização das mulheres em relação à dos homens Analisando a diferença na taxa de alfabetização entre homens e mulheres quilombolas, verificase que ela é um pouco maior entre os quilombolas que residem fora dos Territórios Quilombolas oficialmente delimitados, onde os homens quilombolas têm taxa de 79,18% e as mulheres quilombolas de 83,02%, ou seja, 3,84 pontos percentuais de diferença, do que dentro dos territórios oficiais, onde a diferença é de 3,74 pontos percentuais, tendo os homens quilombolas uma taxa de alfabetização de 79,11% e as mulheres quilombolas residindo nesses territórios de 82,89%.
Sob o prisma de Mato Grosso, observa-se que a taxa de alfabetização de homens quilombolas foi de 85,41% ao passo que a das mulheres quilombolas foi de 87,72%, apresentando 1,22 pontos
percentuais acima da taxa da população quilombola total do estado (86,55%).
Na comparação entre os sexos, segundo a localidade, observa-se que a população quilombola masculina residente fora dos Territórios Quilombolas oficialmente delimitados possui taxa de alfabetização de 85,65%, ou seja 3,03 pontos percentuais acima da taxa de alfabetização do mesmo recorte de população residente nos territórios oficiais, que foi de 82,62%, no estado.
A taxa de alfabetização de mulheres quilombolas com 15 anos ou mais de idade que residiam fora dos territórios oficiais foi de 88,06% e a população feminina que residia nos 4 territórios oficialmente delimitados no estado, a taxa de alfabetização foi de 83,70%.
O levantamento dessas informações referentes a todos os domicílios do País procura servir de insumo para o acompanhamento das metas de universalização, equidade e integralidade no acesso ao saneamento básico, considerado direito humano fundamental. Investiga-se: forma de abastecimento de água; existência de canalização de água; existência de banheiro e sanitário; tipo de esgotamento sanitário; e destino do lixo.
O Plano Nacional de Saneamento Básico – PLANSAB estabelece a caracterização adotada paraatendimento e déficit que podem servir de referência para caracterizar o acesso domiciliar em saneamento básico. Considerando-se as limitações das pesquisas domiciliares, nem todos os aspectos presentes na classificação podem ser alvo de investigação no questionário censitário. Não são levantados no questionário censitário aspectos relacionados a: potabilidade da água que chega aos domicílios; ocorrência de intermitências e racionamentos; existência de tratamento deesgotos; qualidade sanitária das fossas sépticas; e destinação final ambientalmente adequada dos resíduos.
ABASTECIMENTO DE ÁGUA: FORMA PREDOMINANTE E CANALIZAÇÃO
Em Mato Grosso, 4.172 (89,03%) dos domicílios particulares permanentes ocupados com pelo menos um morador quilombola verifica-se a combinação de abastecimento de água tendo como forma principal a rede geral de distribuição, poço, fonte, nascente ou mina e a existência de canalização até dentro da casa, apartamento ou habitação e a ausência dessa combinação em 514 (10,97%) dos domicílios particulares permanentes ocupados com pelo menos um morador quilombola (Tabela 1).
Nos Territórios Quilombolas oficialmente delimitados, 214 domicílios com pelo menos uma pessoa quilombola têm como principal forma de abastecimento de água a rede geral, poço, fonte, nascente ou mina com existência de canalização até o domicílio, o que corresponde a 64,46% dos domicílios com pelo menos uma pessoa quilombola nesse recorte, onde residem 632 pessoas quilombolas (Tabelas 2 e 3).
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Analogamente, 35,54% dos domicílios particulares permanentes com pelo menos um morador quilombola, localizados em Territórios Quilombolas oficialmente delimitados não possuem acesso à rede geral, poço, fonte, nascente ou mina com canalização até o domicílio, correspondendo a um total de 118 domicílios.
DESTINAÇÃO DO ESGOTO
Nos domicílios onde havia banheiro ou sanitário, o Censo Demográfico 2022 investigou o tipo de esgotamento sanitário existente. Nesse caso, para fins da análise dos resultados, a desagregação dos resultados destacará principalmente dois grupos de domicílios mato-grossenses:
• Domicílios particulares permanentes ocupados com destinação do esgoto para rede geral ou
fossa séptica ou fossa filtro, que correspondem a 50,17% dos domicílios particulares permanentes com
pelo menos um morador quilombola;
• Domicílios particulares permanentes ocupados com destinação do esgoto para fossa
rudimentar, buraco, vala, rio, córrego, mar ou outra forma, que são 49,53% dos domicílios particulares
permanentes com pelo menos um morador quilombola.
Verifica-se que, enquanto a população residente em domicílios particulares permanentes está
majoritariamente na situação de destinação do esgoto para rede geral ou fossa séptica ou fossa filtro,
com 57,43% da população nessa situação. Entre os moradores quilombolas de domicílios particulares
permanentes há quase uma igualdade, sendo 50,40% da população quilombola com destinação do
esgoto sendo fossa rudimentar, buraco, vala, rio, córrego, mar ou outra forma e 49,27% sendo rede geral,
fossa séptica ou fossa filtro, ou seja, 5.908 e 5.776 pessoas quilombolas, respectivamente (Tabela 4 e 5).
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DESTINAÇÃO DO LIXO
Em relação à destinação do lixo do domicílio, para fins de análise dos dados, os resultados foram
desagregados da seguinte forma:
• Coleta direta ou indireta: Domicílios particulares permanentes ocupados em que o lixo é coletado no
domicílio por serviço de limpeza ou depositado em caçamba de serviço de limpeza.
• Sem coleta direta ou indireta: Domicílios particulares permanentes ocupados em que o lixo é
queimado na propriedade, enterrado na propriedade, jogado em terreno baldio, encosta ou área pública
ou outro destino.
Desagregando a destinação do lixo dos domicílios particulares permanentes com pelo menos um
morador quilombola por Unidades da Federação, destaca-se a baixa proporção de moradores
quilombolas em domicílios que têm coleta direta ou indireta de lixo por serviço de limpeza no Piauí
(16,99%), Amazonas (20,28%) e no Maranhão (20,76%).
No estado de Mato Grosso, 62,25% dos moradores quilombolas residiam em domicílios que tinham
coleta direta ou indireta de lixo em seus domicílios, 11,03 pontos percentuais acima da média nacional
deste mesmo recorte de pessoas, que foi 51,28%, conforme o gráfico a seguir:
EXISTÊNCIA DE BANHEIRO OU SANITÁRIO
A primeira situação é aquela com domicílios onde existe ao menos um banheiro de uso exclusivo,
considerando que por banheiro entende-se o cômodo com vaso sanitário e instalações para banho
(chuveiro, ducha ou banheira) e por “de uso exclusivo” entende-se o banheiro que, no cotidiano, era
utilizado apenas pelos moradores dos domicílios e seus hóspedes – isto é, que não é compartilhado com
moradores de domicílios vizinhos. No contexto mato-grossense, nessa primeira situação, encontram-se
98,51% dos domicílios particulares permanentes com pelo menos um morador quilombola,
correspondendo a 98,54% dos moradores quilombolas de domicílios particulares permanentes,
proporção 0,03 pontos percentuais abaixo da proporção do total de moradores em domicílios
particulares permanentes no estado nessa mesma situação, ou seja, apresentando um equilibrio. Isso
significa que 1,46% dos moradores quilombolas (171 pessoas quilombolas) não têm banheiro de uso
exclusivo.
A segunda situação refere-se aos domicílios em que seus moradores utilizam banheiros
compartilhados entre mais de um domicílio, que contabiliza 0,81% dos domicílios particulares
permanentes ocupados com pelo menos um morador quilombola e a 94 pessoas quilombolas nessa
situação, correspondendo a 0,80% dos moradores quilombolas de domicílios particulares permanentes,
proporção 0,42 pontos percentuais acima da proporção do total de moradores em domicílios particulares
permanentes no estado nessa mesma situação.
Na terceira situação, aquela em que os moradores do domicílio utilizam “sanitários ou buracos
para dejeções”, compartilhados ou não, enquadram-se os domicílios que não possuem banheiros
(cômodo com vaso sanitário e instalações para banho), mas fazem uso de alguma instalação sanitária
mais simples para dejeções. Nessa situação, encontram-se 0,38% dos domicílios particulares
permanentes com pelo menos um morador quilombola e a 38 pessoas quilombolas, correspondendo
0,32% dos moradores quilombolas de domicílios particulares permanentes, proporção 0,07 pontos
percentuais acima da proporção do total de moradores em domicílios particulares permanentes no
estado nessa mesma situação.
Os domicílios onde não existem banheiros, sanitários ou buracos para dejeções, indicando a
existência de defecação a céu aberto, compõem a quarta situação. Nessa situação, encontram-se 0,30%
dos domicílios particulares permanentes com pelo menos um morador quilombola e a 39 pessoas
quilombolas, correspondendo 0,33% dos moradores quilombolas de domicílios particulares
permanentes, proporção 0,47 pontos percentuais abaixo da proporção do total de moradores em
domicílios particulares permanentes no estado nessa mesma situação.
Informativo para a Mídia nº 14/2024
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Mais dados do Censo Demográfico 2022
O Censo Demográfico é a mais completa operação estatística realizada no país, indo a todos
os domicílios dos 5570 municípios brasileiros e coletando as coordenadas geográficas das espécies
de endereços visitadas pelos recenseadores. Os dados podem ser visualizados nos canais:
Plataforma Geográfica Interativa (PGI) Panorama do Censo Publicações Completas
DIVULGAÇÕES ANTERIORES – CENSO 2022
12ª Divulgação: 19/07/2024: Quilombolas: Alfabetização e Características dos Domicílios –
resultados do Universo, clique aqui
11ª Divulgação: 14/06/2024: Cadastro Nacional de Endereços p/ Fins Estatísticos (CNEFE), clique aqui
10ª Divulgação: 17/05/2024: Alfabetização – Resultados do Universo, clique aqui
9ª Divulgação 03/05/2024: Quilombolas e Indígenas, por sexo e idade, segundo recortes territoriais
específicos – Resultados do universo, clique aqui
8ª Divulgação 21/03/2024: Agregados por Setores Censitários preliminares: População e domicílios
– Malha de Setores Censitários preliminares), clique aqui
7ª Divulgação 23/02/2024: Características dos domicílios – Resultados do universo, clique aqui
6ª Divulgação 02/02/2024: Coordenadas dos endereços, clique aqui
5ª Divulgação 22/12/2023: População por cor ou raça – Resultados do universo, clique aqui
4ª Divulgação 27/10/2023: População por idade e sexo – Resultados do universo, clique aqui
3ª Divulgação 07/08/2023: Indígenas: Primeiros resultados do universo, clique aqui
2ª Divulgação 27/07/2023: Quilombolas: Primeiros resultados do universo, clique aqui
1ª Divulgação 28/06/2023: População Residente e média de Moradores, clique aqui
Próximas divulgações: consulte o calendário, clique aqui
Seção de Disseminação de Informações em Mato Grosso
Av Cel Peixoto 17, Telefones: 65 3928–6129 / 3928- 6130 (WhatsApp)
19 de julho de

































