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Residência em Inteligência Artificial impulsiona startups a transformarem tecnologia em negócios reais

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 Programa realizado pelo inovabra, em parceria com o AKCIT e o CEIA/UFG, reúne formação prática, imersões presenciais, especialistas de mercado e acesso a infraestrutura para apoiar startups na aplicação estratégica da IA

 

São Paulo, julho de 2026 – Dois em cada três projetos de inteligência artificial (IA) são abandonados porque as equipes não atingem o nível técnico necessário para tirá-los do papel. O dado, de uma pesquisa de 2025 da Pluralsight, contrasta com o outro extremo do mercado: empresas que adotam a IA de forma madura já colhem resultados concretos, como um aumento de 17% na satisfação do cliente (IBM Institute for Business Value, 2025).

 

Diante deste cenário, o inovabra, ecossistema de inovação do Bradesco, em conjunto com o AKCIT e o Centro de Excelência em Inteligência Artificial da Universidade Federal de Goiás (CEIA/UFG), referências em IA no cenário nacional, lançam o Programa de Residência em Inteligência Artificial, iniciativa voltada a startups early stage que desejam aprofundar sua maturidade tecnológica e explorar usos reais de IA com mais estratégia, consistência e potencial de escala.

 

“Mais do que reunir grandes parceiros, o PRIA — Programa de Residência em Inteligência Artificial — foi criado para transformar conhecimento de ponta em IA em resultado concreto para as startups. É essa ponte entre pesquisa e mercado que move o ecossistema de inovação e gera novos negócios e tecnologias”, explica Paulo Emediato, Head de Growth e Comunicação do inovabra.

 

Com duração de quatro meses, o programa foi desenhado para apoiar empreendedores na transição entre o entusiasmo atual em torno da IA e sua aplicação prática no mercado. Por isso, a imersão de abertura, batizada de “Filtro de Realidade”, foi desenhada para ajudar as startups a distinguirem o que realmente transforma o mercado daquilo que se esgota em poucos meses.

 

Serão selecionadas até 30 startups — pertencentes ou não ao ecossistema inovabra, desde que apresentem forte sinergia com os temas propostos, como soluções de IA voltadas à retenção, estratégias de distribuição como diferencial competitivo, cloud e captação de investimentos. O objetivo central é elevar a capacidade prática dessas empresas na aplicação de IA gerando resultados sustentáveis e reduzindo o risco de investimentos em projetos sem viabilidade comercial.

 

As empresas selecionadas participarão de seis imersões presenciais e mensais, que combinam conteúdo técnico e prático, estudos de caso, troca com especialistas e discussões sobre IA generativa, agentes inteligentes, machine learning, automação inteligente, estratégia de produto, escalabilidade tecnológica etc. A estrutura foi pensada para fortalecer não apenas o repertório técnico dos participantes, mas também sua visão de produto, eficiência operacional, escalabilidade e geração de valor.

 

A iniciativa também foi desenhada para ampliar o acesso das startups a ativos que costumam ser decisivos no processo de evolução tecnológica. As participantes terão acesso a benefícios e créditos em plataformas de nuvem e computação, além de conexão com parceiros tecnológicos. Além disso, as startups terão acesso aos serviços do inovabra com condições diferenciadas durante o período do programa.

 

“O grande diferencial do PRIA é transformar conhecimento de ponta em aplicação prática. Reunimos especialistas e conteúdos atualizados para que as startups possam incorporar inteligência artificial aos seus produtos e processos de forma estratégica, acelerando sua capacidade de inovar e competir em um mercado cada vez mais orientado por IA.” destaca Heinz Rahming, head de Startups do CEIA-UFG.

 

As startups interessadas podem se inscrever através do link: Link

 

 

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