Caso a mobilização seja aprovada em assembleia extraordinária, os policiais penais de Mato Grosso passarão a executar estritamente os serviços considerados essenciais nas unidades prisionais de todo o estado. O sindicato reforça que a medida serve como um mecanismo contra os atos de afastamentos sem devidas comprovações, buscando assegurar a integridade jurídica e operacional da profissão em todas as frentes de atuação da capital e do interior.
Diante do cenário, o presidente do SINDSPPEN, Lucivaldo Vieira de Sousa, manifestou preocupação e convocou os servidores para o enfrentamento institucional. “A nossa polícia penal está sendo caçada pelo crime organizado por meio de narrativas distorcidas. Buscamos o apoio das autoridades, mas não tivemos êxito. O que acontece com um colega hoje pode acontecer com qualquer outro amanhã, e por isso precisamos nos somar na assembleia para deliberarmos a Operação Legalidade e mostrarmos que, juntos, sempre seremos fortes”, declarou.
Para deliberar sobre a operação, o sindicato convocou a assembleia extraordinária com toda a categoria para a próxima quarta-feira, 10/06, às 14h, na sede do SINDES. O encontro presencial será o momento decisivo para definir as próximas etapas do movimento.






























