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Nas margens do Taquari, morava um antigo pantaneiro conhecido por tio Jejé, que respondia com essa frase quando perguntado se ia ser ano de cheia ou seca, na verdade ele se curvava diante de um pantanal considerado como ser vivo.
O Pantanal parece adorar contrariar previsões catastróficas de especialistas, tentam fazer reservas, acumulam combustivel e vira incêndio.
Os únicos seres vivos que recebem nomes são as onças cujos fofos nomes de pets, são usados para iludir os que vieram em busca de viver momentos de fantasia como Mowgli, o desenho animado.
A seca e os incêndios dominam as assustadoras previsoes de ninhos e ninhas, mas o certo que quase nunca falta aquilo que no Pantanal tem até nome e sobrenome : Chuva do Caju.
De Poconé, o parente Sandro envia seu regozijo que o Pantanal envia uma Chuva do Caju, inversamente proporcional insistente propaganda de terror e catástrofes previstas por 10 em 10 especialistas.
Ela não evitará incendios nas reservas que acumularam combustível e que aqueles , confiados na umidade da enchente recente se tentaram fazer errado o manejo pantaneiro, descobrirão que essa umidade guarda notável quantidade de óleo vegetal essencial, e assistirão suas ilusões virarem fumaça, quanto mais água aspergida, maior fogo se levanta na “reserva.”
Vôte! Até parece coisba da historinha de Joãozinho, Maria e a Vovó Bruxa: “- Água meus netos! Azeite Vovó!”





























