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ALERTA; Dor crônica afasta trabalhadores e já impacta a economia de Mato Grosso

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Médica destaca a importância do tratamento especializado para devolver o bem-estar à rotina e adverte sobre os riscos da automedicação após doenças como a chikungunya

O esforço diário que movimenta a economia de Mato Grosso enfrenta um obstáculo que vai muito além dos números: o sofrimento silencioso causado pela dor crônica. Presente em lavouras, indústrias e escritórios, essa condição ultrapassou os limites do diagnóstico individual e se tornou um desafio coletivo. Segundo a Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED), os impactos do desgaste físico e da perda da capacidade funcional dos trabalhadores já representam uma perda equivalente a cerca de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.

O cenário regional exige atenção. Mato Grosso lidera os índices de dor persistente após casos de chikungunya, com mais de 20 mil ocorrências registradas em 2025. Diferentemente de um desconforto passageiro, a dor crônica é uma condição que persiste por mais de três meses e pode continuar mesmo após a cura da infecção ou da lesão que a originou. Seus efeitos comprometem significativamente o sono, o humor e a qualidade de vida dos pacientes.

De acordo com a Dra. Kellyn Ferreira, médica especialista em dor e docente do curso de Clínica em Dor da Afya Educação Médica Cuiabá, os reflexos desse quadro no ambiente de trabalho são uma consequência direta do comprometimento da saúde global do paciente. “O trabalhador não consegue manter o mesmo desempenho, torna-se mais vulnerável a acidentes e, nos casos mais graves, pode até ser levado à aposentadoria precoce. Para o setor produtivo, isso significa o afastamento de um profissional que perdeu a capacidade de atuar com plenitude e segurança”, explica.

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Pressionados pela necessidade de manter a rotina e garantir a renda, muitos profissionais recorrem ao uso indiscriminado de analgésicos sem orientação médica. A especialista alerta que esse hábito pode mascarar problemas mais complexos e causar danos graves aos rins e ao estômago. Como alternativa, procedimentos minimamente invasivos têm se mostrado opções seguras e eficazes para o alívio da dor, embora ainda enfrentem resistência por parte de muitos pacientes, que os veem, equivocadamente, apenas como um último recurso.

Identificar o momento certo para buscar atendimento especializado é fundamental para interromper esse ciclo de sofrimento. Segundo a Dra. Kellyn, a avaliação de um médico especialista em dor é recomendada quando o desconforto se espalha por diferentes regiões do corpo ou quando exames de imagem convencionais não conseguem explicar a intensidade dos sintomas relatados pelo paciente.

“Muitas vezes, os exames estruturais não apresentam alterações significativas, mas o sofrimento do paciente é real e contínuo. Nesses casos, a abordagem de um especialista em dor costuma ser mais direcionada e resolutiva do que a de um ortopedista generalista”, afirma.

Além do desgaste físico, comum entre profissionais que operam máquinas ou permanecem longos períodos sentados, a dor crônica também provoca impactos emocionais importantes, como irritabilidade, ansiedade e isolamento social. Para prevenir o agravamento do quadro, especialistas recomendam pausas para alongamento a cada 60 minutos durante a jornada de trabalho.

O principal objetivo do tratamento especializado é restaurar a saúde e promover ganhos significativos na qualidade de vida, permitindo que o trabalhador recupere o bem-estar e volte a exercer suas atividades com mais conforto, segurança e dignidade, mantendo a dor sob controle.

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Serviço

Em Mato Grosso, a Afya Educação Médica Cuiabá oferece atendimentos gratuitos em diversas especialidades, incluindo Clínica da Dor, Ultrassonografia, Nutrologia, Pediatria e Psiquiatria. As consultas dependem de agendamento prévio e disponibilidade de vagas. Os interessados podem entrar em contato pelo número de WhatsApp: (65) 99689-7280.

 

Sobre a Afya

A Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica do Brasil, reúne 37 Instituições de Ensino Superior, 32 delas com cursos de Medicina e 25 unidades com pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país. O grupo conta com 3.766 vagas de Medicina aprovadas pelo MEC e, nos últimos 25 anos, já formou mais de 24 mil alunos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers.

Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil e “Valor 1000” (2021, 2023, 2024 e 2025) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar.

Mais informações em: www.afya.com.br e educacaomedica.afya.com.br



Assessoria de Imprensa & Comunicação Estratégica

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