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Com avanço da medicina reprodutiva, tratamentos como a Fertilização in Vitro (FIV) tornam-se a principal via para famílias LGBT realizarem o sonho da maternidade
e paternidade biológic
No mês que celebra o Orgulho LGBT, a busca pela parentalidade entre casais homoafetivos ganham destaque, refletindo uma mudança significativa na sociedade brasileira e na medicina reprodutiva. De acordo com dados da Sociedade Brasileira Reprodução Humana (SBRH), 1 a cada 10 ciclos de fertilização realizados no Brasil já são feitos por casais do mesmo sexo.
Com o avanço das técnicas de reprodução assistida, especialmente da Fertilização in Vitro (FIV), clínicas especializadas têm registrado um aumento expressivo na procura de casais que desejam construir suas famílias de forma biológica, superando barreiras e preconceitos.
“A reprodução assistida deixou de ser apenas um tratamento para infertilidade e passou a viabilizar novos modelos familiares”, destaca o Dr. Alfonso Massaguer, especialista em reprodução humana da Clínica Mãe.
Para casais homoafetivos femininos, as opções mais comuns incluem a inseminação artificial e a FIV, com destaque para a gestação compartilhada, conhecida como método ROPA, em que uma das parceiras fornece os óvulos e a outra gesta o bebê.
Já para casais masculinos, o processo envolve a FIV combinada ao uso de banco de óvulos e ao útero de substituição, popularmente conhecido como barriga solidária. No Brasil, o procedimento deve ser voluntário e realizado por parentes de até quarto grau.
A história de Fernanda Gardim Martinez Seoane e Patrícia Calil de Andrade ilustra essa realidade. Inspiradas pelo desejo de formar uma família, fortalecido após o falecimento do pai de Fernanda, o casal decidiu buscar a FIV em 2022.
“A gente decidiu procurar clínicas e entender mais sobre reprodução assistida depois que meu pai faleceu. Minha mãe falou: ‘não vamos parar com esse desejo, porque também era um desejo dele. É uma forma de manter a memória dele viva’”, relata Fernanda.
A escolha pela FIV aconteceu por ser um método considerado mais seguro e controlado.
Durante o tratamento, realizado sob os cuidados do Dr. Alfonso Massaguer, o acolhimento recebido fez toda a diferença.
“Eu escolhi gerar o Martin, mas o doutor Alfonso tratou a Patrícia, minha esposa, tão mãe quanto eu. Ele pediu exames para ela e falou: ‘não é porque você vai gerar que a Patrícia não precisa estar bem de saúde, porque ela é tão mãe quanto você’. Isso tocou a gente de uma forma muito especial e nos colocou em um nível de igualdade”, emociona-se Fernanda.
Hoje, Martin, prestes a completar quatro anos, é cercado por uma ampla rede de apoio familiar e de amigos.
O Dr. Alfonso Massaguer reforça a importância de um atendimento humanizado e inclusivo.
“A medicina reprodutiva tem o papel fundamental de acolher e viabilizar o sonho da parentalidade para todas as famílias. Nos últimos anos, observamos um crescimento exponencial na procura por casais homoafetivos, e nosso objetivo é oferecer tratamentos seguros, com empatia e respeito a cada história”, afirma o especialista.
Para muitos casais, a conquista da maternidade e da paternidade vai além da biologia, representando também um ato de amor e resistência.
“Com o apoio de clínicas especializadas e acesso à informação segura, o sonho de construir uma família se torna cada vez mais possível e acessível”, finaliza Massaguer.
Sobre a Clínica Mãe
A Clínica Mãe é referência em reprodução assistida e atua ajudando pessoas a realizarem o sonho da parentalidade. Com uma equipe altamente qualificada e tecnologia de ponta, a instituição oferece tratamentos personalizados e atendimento humanizado, sempre priorizando a segurança, o acolhimento e a qualidade em cada etapa do processo.
Site: clinicamae.med.br
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