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Do erudito ao popular, Coral Vozes da Amazônia foi o destaque do sábado no Centro Cultural Banco da Amazônia, em Belém

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Sons e tons em homenagem às Mães

 

Um repertório que uniu músicas de diferentes estilos marcou o “Recital de Maio. Do clássico ao popular, uma homenagem às Mães!”, com apresentação do Coral Vozes da Amazônia, no sábado, 9, véspera do dia dedicado a elas e uma das datas mais afetivas do calendário nacional.

 

Sob a regência da maestrina Maria Antônia Jimenez, o grupo, formado há mais de duas décadas por colaboradores, ex-colaboradores do Banco da Amazônia e convidados, entoou canções como Ave Maria, de Caccini; Lascia ch’io pianga, de Händel; Céu de Santo Amaro, de Flávio Venturini, com melodia baseada em Arioso, de Johann Sebastian Bach; Todo Sentimento, de Chico Buarque e Cristóvão Bastos; além de Iniciais BP, uma das mais tradicionais canções do grupo regional Arraial do Pavulagem.
Coral Vozes da Amazônia sob a regência da maestrina Maria Antônia Jimenez faz homenagem às mães.

Em meio ao público, alguns olhares eram especiais, como o de Raissa Maciel, que foi prestigiar a mãe, Maria José, integrante do Coral desde a fundação. “Desde os meus 10 anos, quando tudo começou, em 2002, eu já acompanhava as apresentações do coro. Essa é uma atividade que, além de ser um incentivo para a cultura, por conta dos festivais que eles participam, é pessoalmente muito bom para manter uma vida social ativa, a saúde da minha mãe – e eu me sinto muito orgulhosa dela”, afirmou. “Eu trabalhei 45 anos, me aposentei há dois, mas sigo por aqui. E a minha filha, em todos os eventos, está junto comigo, sempre me apoiando. Ela não desgruda de mim, nem eu dela”, completou a mãe.

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Participantes
Entre os convidados para cantar no recital em homenagem às mães estava Josy Kelly, que é formada em canto lírico e canta no coral da Catedral Metropolitana de Belém. “Desde criança eu canto. O canto acompanha a minha vida desde sempre e eu me sinto muito bem em cada apresentação”, explicou.

 

A coralista Fátima Navarro ressalta a relevância da expressão por meio do canto para todos os participantes. “Aqui, a maioria é de aposentados e essa atividade é muito importante. Quando eu me aposentei, nem senti tanto porque toda a segunda e quarta eu tinha ensaio do coral. Então, não senti tristeza, não entrei em depressão, ao contrário, continuei minhas atividades em casa, que aumentaram, e duas vezes por semana venho ao Banco, matar a saudade”, ressaltou. “Nós fazemos de três a quatro apresentações por ano, inclusive no Círio, que sempre estamos, então, é só nos acompanhar que sempre avisamos as próximas apresentações”, completou a maestrina Maria Antônia Jimenez, a primeira regente do coral.

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Sobre o Coral
O Coral Vozes da Amazônia nasceu com o propósito de reunir pessoas interessadas em cultivar e difundir a arte do canto coral, descobrir talentos, promover integração e contribuir com o papel social e cultural da instituição. Atualmente, o grupo é administrado pela Associação Vozes da Amazônia e conta com 25 integrantes.

 

Ao longo de 24 anos de trajetória, o coral participou de festivais nacionais e, também, do Festival Internacional de Corais 3 Fronteiras, realizado em Foz do Iguaçu, com extensão a Puerto Iguazú, na Argentina, e Ciudad del Este, no Paraguai. Após a paralisação das atividades durante a pandemia, o grupo retomou sua atuação com ânimo renovado e segue aberto à integração de novos coralistas.

 

Com apoio do Banco da Amazônia desde sua criação, o Coral Vozes da Amazônia reafirma, a cada apresentação, seu compromisso com a difusão da arte, o fortalecimento da convivência comunitária e a valorização da cultura amazônica.

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