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Editorial da Cultura Empírica Pantaneira

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Por ARMANDO ARRUDA LACERDA
Cultura empírica pantaneira concorda com o editorial, artigo do Estadão (jornal O Estado de S. Paulo) e aproveita para expor 31 dias de imagens de satélite em Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.

No ponto de vista dos tuiuiús, pantaneiro véio analisou os últimos 31 dias de imagens do FIRMS de Corumbá, Cáceres Poconé e Barão de Melgaço, bem como do nosso querido município de Ladário, comparando-os com o Brasil.

Isso nos dá algumas ferramentas empíricas, o fogo depois de uma enchente parece preferir as “áreas protegidas” dessas cidades pantaneiras com 100% de acerto, sendo que em Ladário, no visual parece que se foi mais de 50% do município e o fogo na APA Baía Negra parece seguir firme na turfa do subsolo, mesmo após copiosas chuvas…

No Editorial de hoje do Estadão menciona-se que: ” No limiar da COP.30, o empresário americano Bill Gates inscreveu em um memorando três verdades que soam heréticas à ortodoxia climática, mas são moral e empiricamente irretocáveis.

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Primeiro: “‘A mudança climática é um problema sério, mas não é o fim do mundo”‘.

Segundo: “” A temperatura não é o melhor meio de medir nosso progresso sobre o clima”‘.

Terceiro:”” Saúde e prosperidade são a melhor defesa contra a mudança climática”‘.

Continua o Editorial do Estadão: “Os zelotes do clima fazem profissão de fé e uma meia verdade: a de que a humanidade é o problema. Mas, presos a essa ideia fixa, são cegos à verdade inteira que liberta: a humanidade inteira é a solução”‘.

“‘ O mundo ainda é ruim, mas está melhor que ontem, e pode melhorar muito mais amanhã, desde que troquemos a culpa pela esperança e o pânico pela razão”‘.•

No artigo de autoria da Juliana Lima, destacamos:

” A contabilização oficial pelo Brasil, que não incluiu as emissões de queimadas atribuídas ao desmatamento, seguindo as diretrizes do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas).

“Cientistas têm defendido que essas diretrizes para a formulação de inventários de gases de efeito estufa passem a contabilizar as emissões por incêndios florestais. O IPCC considera que a floresta se regenera após um incêndio”.

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Pantaneiro véio concorda, mas afirma sem hesitar moda professor Raimundo: “Agradecemos estas verdades que nossa cultura empírica vem expondo há anos, por meio de diversas e variadas vozes tradicionais pantaneiras, e até muitos cientistas não engajados, mas prestem sentido e põem reparo.

“Para tirar dez, quando começarão a desmistificar os mitos dos lobbies que tanto seduzem alguns órgãos da academia, pesquisas, mídia e comando e controle federais, estaduais e municipais?”‘.

(*) Pantaneiro do Porto São Pedro, Amolar, Corumbá MS

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