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Fórum LABmais transforma Poconé em palco de arte e protagonismo jovem

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Espetáculos do Palco Giratório integram programação construída a partir das vivências e expressões da juventude pantaneira
Com atividades culturais, vivências e apresentações artísticas gratuitas, o Fórum Regional Labmais – Protagonismos Pantaneiros, promove o encontro entre jovens, artistas e diferentes linguagens em uma programação construída a partir do protagonismo juvenil. O evento acontece entre os dias 12 e 14 de maio, no Sesc Poconé.
 Nesta edição, o Fórum também recebe espetáculos do Palco Giratório, maior projeto de circulação de artes cênicas do país, trazendo ao Pantanal grupos de diferentes regiões do Brasil com obras conectadas às discussões propostas pelo evento.
Criado pelo Departamento Nacional do Sesc, o Labmais promove ações voltadas à formação e ao protagonismo jovem por meio de vivências, trocas e experiências criativas. Cada departamento regional e Polos do Sesc desenvolvem fóruns próprios, conectados às realidades e expressões culturais de cada território.
O uso das telas e seus impactos nas relações humanas, os desafios enfrentados por pessoas com Alzheimer e seus cuidadores e a afirmação de identidades LGBTQIAPN+ por meio da arte estarão entre os temas abordados no encontro.
Segundo a analista de Programas Sociais do Sesc Poconé, Claúdia Borges, o Fórum Regional é construído a partir da participação ativa dos jovens envolvidos no projeto Labmais, que ajudam a pensar os temas e as atividades para o encontro. “A proposta é transformar o espaço em um ambiente de escuta, compartilhamento de experiências e valorização das diferentes formas de expressão da juventude pantaneira”.
Ela inda explica que a integração com o Palco Giratório acontece justamente pela aproximação entre propósitos das iniciativas. “A programação artística foi pensada para dialogar com os temas trabalhados no Fórum, aproximando os jovens de diferentes linguagens e reflexões contemporâneas. Os espetáculos ajudam a ampliar esse olhar e conectar às discussões e vivências que serão construídas ao longo do encontro”, destaca.
Programação
Misturando teatro, dança e formas animadas, o espetáculo HA!, do Grupo Artilharia Cênica, de Minas Gerais, propõe uma reflexão sobre o uso de telas e seus impactos nas relações e na percepção do tempo. Voltada para todos os públicos, a montagem acompanha uma criança que passa as madrugadas no celular e enfrenta dificuldades para dormir. Em sonho, ela atravessa um universo povoado por seres misteriosos, em uma experiência visual e sonora que dialoga com o cotidiano contemporâneo. A apresentação acontece no dia 14 de maio.
No dia 12 de maio, o espetáculo A Maçã, de William Seven, aborda o Alzheimer, a partir da trajetória de Nicolau Souberdes. Em cena, a obra traduz as fragilidades da memória e os impactos da doença no cotidiano. A narrativa amplia o olhar para além do indivíduo, destacando também os desafios enfrentados por famílias e cuidadores. A proposta é transformar uma realidade ainda pouco discutida em uma experiência sensível e acessível ao público.
“É uma alegria imensa trazer A Maçã pela primeira vez ao Pantanal. Cada nova cidade traz um encontro único, e a expectativa é justamente de construir uma troca viva com o público local”, afirma o artista.
Nos dias 12, 13 e 14 de maio serão as apresentações do espetáculo “Peça Única”, da House of Hands Up MS, coletivo pioneiro na cena de vogue, em Mato Grosso do Sul. Com 11 artistas, o espetáculo combina dança, moda e performance para investigar identidade, pertencimento e expressão. Inspirada na cultura ballroom, a montagem transforma o palco em espaço de experimentação e afirmação de diferentes existências.
Sesc Poconé
O Sesc Poconé, unidade do Polo Socioambiental Sesc Pantanal, iniciativa do Sistema CNC–Sesc, Senac, desenvolve projetos nas áreas de saúde, educação, cultura, lazer e assistência, com foco na valorização cultural e na qualidade de vida da população. A estrutura conta com biblioteca, academia, complexo esportivo, parque aquático, clínica odontológica, cinema e espaços para atividades diversas, como o Espaço Gamer e o Espaço Maker. O trabalho também se estende às comunidades rurais de Poconé e à cidade vizinha, Barão de Melgaço.
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