CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

Baixinha rompe com Dilemário e declara apoio à Ilde Taques na disputa pela presidência da Câmara

publicidade

acordo descumprido

Aparecido Carmo [email protected] João Vieira/Gazeta Digital

A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) rompeu com Dilemário Alencar (União) e declarou apoio a Ilde Taques (Podemos) na eleição pela presidência da Câmara de Cuiabá. A parlamentar alegou que a decisão foi tomada após “avaliação das articulações” entre os parlamentares nos últimos meses. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (25).

“Eu e Dilemário sempre estivemos juntos nessa caminhada. Criamos uma amizade, uma relação de respeito e parceria. Minha decisão não é contra ele como pessoa”, disse ela. “Eu não estou trocando de lado para ficar subordinada a ninguém. Meu voto é meu, meu mandato é do povo”, acrescentou.

A vereadora também levou em consideração a quebra do acordo firmado com o grupo que apoia a atual presidente, que tenta viabilizar a sua reeleição, apesar de o regimento interno da Câmara vetar uma nova candidatura.

A promessa firmada, com a chancela do prefeito Abilio Brunini (PL), era de que, se a alteração no regimento não fosse realizada, o grupo desistiria do nome de Paula e passaria a apoiar Dilemário. Mas o acordo não foi cumprido.

Leia Também:  PARLAMENTO EUROPEU; Deputada Coronel Fernanda encerra Missão Bruxelas com destaque para o combate à violência política contra a mulher

“Eu entrei nessa discussão acreditando em uma palavra que foi dada. Eu acreditei nisso. Só que esse compromisso não se confirmou. E, para mim, política sem palavra perde o sentido”, declarou.

Baixinha disse que se aliou a Dilemário pela sua experiência de 16 anos como vereador e por avaliar que ele faria um trabalho relevante à frente do Legislativo Municipal. Ela falou em lealdade e que a mudança de posicionamento “não apaga a relação pessoal construída”.

Baixinha afirmou que o apoio não é uma “obrigação de apoio permanente” e que seguirá atuando de forma independente da presidência da Câmara e que continuará fiscalizando a prefeitura e qualquer autoridade pública que for necessário.

“Se estiver certo, eu vou apoiar. Se estiver errado, eu vou cobrar. Apoiar uma candidatura não significa assinar um cheque em branco”, defendeu.

A vereadora defendeu que os parlamentares superem, o mais rápido possível, as desavenças internas em respeito às demandas dos cidadãos. “A população não quer saber da nossa briga interna. A população quer resultado”, concluiu.

Leia Também:  Moretto Lidera Iniciativa para Sustentabilidade em Áreas Úmidas

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade