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CONTROLE DA INFLAÇÃO; Queda histórica da pobreza marca virada econômica da Argentina sob governo Milei

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Ajuste fiscal impulsionam recuperação social e crescimento econômico no país

Lidia Nascimento

A Argentina encerrou o terceiro trimestre de 2025 com indicadores sociais e econômicos que sinalizam uma mudança significativa de cenário. Dados oficiais mostram que a taxa de pobreza caiu de 38,3% para 27,5% da população nos últimos 12 meses, atingindo o menor nível desde 2018.

O resultado é ainda mais expressivo quando comparado ao início de 2024, período em que mais da metade dos argentinos vivia abaixo da linha da pobreza.

A melhora também se reflete na redução da extrema pobreza. A parcela da população sem renda suficiente para adquirir a cesta básica recuou de 20% para 5,4% em pouco mais de um ano, indicando uma diminuição acentuada da insegurança alimentar severa no país.

Analistas atribuem esse avanço principalmente à política de controle da inflação adotada pelo presidente Javier Milei. Ao assumir o governo, a Argentina enfrentava desequilíbrios profundos, como risco de hiperinflação, alto déficit fiscal, distorções cambiais e perda de valor da moeda.

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A implementação de um ajuste fiscal e monetário rigoroso foi decisiva para restaurar a confiança na economia.

Com a inflação em trajetória de queda e maior estabilidade de preços, o poder de compra das famílias aumentou, permitindo que mais argentinos voltassem a arcar com despesas básicas.

O alívio social ocorre em paralelo à retomada da atividade econômica: o Produto Interno Bruto cresceu 3,3% no terceiro trimestre de 2025, e a projeção oficial aponta para um crescimento superior a 5% no fechamento do ano.

Especialistas avaliam que o país começa a sair de um período crítico, comparado por muitos a uma “UTI econômica”. Embora os desafios estruturais permaneçam, os números recentes reforçam a percepção de que as medidas adotadas pelo governo Milei estão produzindo resultados concretos e reposicionando a Argentina em uma rota de recuperação.

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