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Produtividade três vezes acima da média nacional coloca manejo integrado no centro da nova agricultura do milho

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Áreas com tecnologias da ICL superam 360 sc/ha no GETAP 2025/26 e evidenciam nova fronteira produtiva baseada em sistemas integrados

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São Paulo, 24 de junho de 2026 – Os resultados da safra verão 2025/26 do GETAP (Grupo Tático para Aumento da Produtividade) colocam em evidência uma transformação silenciosa — porém profunda — na agricultura brasileira. Em um cenário em que a produtividade média do milho gira em torno de 110 a 120 sacas por hectare, produtores de alta performance ultrapassaram a marca de 360 sc/ha, atingindo níveis até três vezes superiores à média nacional.

Entre os destaques do ranking estão o Grupo Reinhofer, de Reserva do Iguaçu (PR), com 362,82 sc/ha, e a Agro Mallon, de Canoinhas (SC), com 360,55 sc/ha. Ambas as áreas adotaram soluções da ICL dentro de programas estruturados de manejo, reforçando o papel da nutrição especializada em sistemas produtivos de alto rendimento.
Mais do que números expressivos, os resultados ajudam a explicar um movimento cada vez mais consolidado no campo: não há solução isolada capaz de entregar produtividades de excelência. Os maiores tetos produtivos estão sendo alcançados por produtores que operam com um conjunto integrado de decisões, envolvendo construção de solo ao longo de várias safras, equilíbrio nutricional, escolha criteriosa de híbridos, manejo fitossanitário e monitoramento constante.
Nesse contexto, a nutrição ganha protagonismo estratégico ao atuar diretamente na fisiologia das plantas, favorecendo eficiência metabólica, sanidade e melhor aproveitamento do potencial genético das culturas. Para João Pascoalino, gerente de Serviços Digitais da ICL e responsável pela parceria com o GETAP, os resultados revelam uma mudança estrutural na forma de produzir. “Durante décadas, a evolução da agricultura esteve baseada principalmente em genética, mecanização e insumos. O que estamos vendo agora é uma nova fronteira: a da inteligência aplicada ao sistema produtivo. Quando uma lavoura entrega mais de 350 sacas por hectare — em um país cuja média ainda está próxima de 110 — fica evidente que o diferencial não está em uma tecnologia específica, mas na capacidade de integrar solo, planta, nutrição e tomada de decisão de forma precisa e contínua.”
Segundo ele, essa diferença de patamar evidencia um dos maiores desafios do setor. “Existe um enorme potencial produtivo ainda não capturado na agricultura brasileira. O gap entre média e elite não é genético — é sistêmico. E ele pode ser reduzido com mais estratégia, conhecimento agronômico e uso inteligente de tecnologias.”
Além dos resultados individuais, o GETAP também se consolida como um importante termômetro da evolução técnica da agricultura nacional. Em diferentes regiões produtoras, os dados indicam que ainda há espaço significativo para ganhos de produtividade quando o manejo deixa de ser pontual e passa a ser conduzido de forma integrada e orientada por indicadores agronômicos.

Nas áreas participantes, as soluções da ICL foram aplicadas como parte de programas completos de manejo, contribuindo para maior eficiência nutricional, equilíbrio fisiológico e estabilidade produtiva mesmo em condições desafiadoras.

Mais do que recordes pontuais, os resultados reforçam uma mensagem clara para o setor: a próxima revolução da produtividade no milho não virá de uma única tecnologia, mas da capacidade de integrar conhecimento, manejo e inovação em sistemas agrícolas cada vez mais sofisticados, resilientes e sustentáveis.
Sobre a ICL

ICL Group Ltd. é uma empresa global líder em minerais especializados, que desenvolve soluções impactantes para os desafios de sustentabilidade da humanidade nos mercados de alimentos, agricultura e indústria. Utiliza seus recursos exclusivos de bromo, potássio e fosfato, sua força de trabalho profissional global e sua P&D focada em sustentabilidade e recursos de inovação tecnológica para impulsionar o crescimento da empresa em seus mercados finais. A empresa emprega mais de 12,5 mil pessoas em todo o mundo e sua receita em 2024 totalizou aproximadamente US$ 6,8 bilhões. Suas ações são listadas duplamente na Bolsa de Valores de Nova Iorque e na Bolsa de Valores de Tel Aviv (NYSE e TASE: ICL).

 

A ICL atua no Brasil, de diferentes formas, desde a década de 1960, oferecendo um portfólio completo de soluções para atender às necessidades de agricultores e clientes industriais. São fertilizantes de eficiência aprimorada e de liberação gradual, micronutrientes para solo e foliares, macronutrientes secundários, ação fisiológica, tratamento via sementes, adjuvantes e produtos biológicos. A empresa controla também as marcas Aminoagro e Dimicron. Na área de Food and Phosphate, produz ácido fosfórico purificado, fosfatos para uso industrial e alimentício e misturas de ingredientes e aditivos alimentícios. Com 11 unidades de produção e quatro centros de inovação, onde conduz pesquisa e desenvolvimento de produtos e tecnologias, a ICL soma 1,8 mil colaboradores no País.

 

Mais informações:

Connectare Comunicação

Cláudia Santos

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