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Alan Porto percorre interior de MT e apresenta proposta de ampliar ensino técnico conectado ao emprego e à renda

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FORMAÇÃO E OPORTUNIDADES
“Objetivo da proposta é garantir formação profissional e aproximar os estudantes de oportunidades de emprego, garantindo um futuro próspero

Candidato a deputado estadual, o ex-secretário de Educação de Mato Grosso, Alan Porto, tem percorrido o estado para falar sobre suas propostas, especialmente na área da educação. Somente nos últimos cinco dias, ele esteve em Distrito Sonho Azul e Mirassol d’Oste, Glória d’Oeste, Distrito Caramujo e Cáceres, Rio Branco, Matupá, Alto Garças, Rondonópolis, Jaciara, São Pedro da Cipa, Jucimeira e Pedra Preta.

Entre as propostas apresentadas por Alan Porto aos apoiadores, está a ampliação do ensino médio articulado à formação técnica e profissional, como estratégia para aproximar a escola de oportunidades de emprego e renda. A proposta é dar ao estudante de Mato Grosso a possibilidade de concluir a educação básica com uma formação profissional que permita tanto o ingresso no mercado de trabalho quanto a continuidade dos estudos no ensino superior.

A lógica acompanha a própria estrutura da educação profissional em Mato Grosso, que prevê itinerários formativos organizados de acordo com os eixos tecnológicos e com as demandas do mundo do trabalho. As escolas técnicas estaduais, por exemplo, orientam a oferta de cursos pelas necessidades dos arranjos produtivos de cada região.

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Para Alan Porto, aproximar a educação do mercado do trabalho significa oferecer ao jovem mais possibilidades para construir sua trajetória. “É garantir um futuro mais sustentável, um futuro com mais qualidade de vida” afirma.

A ideia dá sequência a uma política iniciada durante sua gestão à frente da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), entre 2020 e 2026, com a implementação do Novo Ensino Médio e a expansão da Educação Profissional e Tecnológica (EPT).

Um dos principais movimentos ocorreu em 2022, quando a Seduc firmou parceria com o Senai-MT para oferecer 14 cursos técnicos dentro dos itinerários formativos do Novo Ensino Médio. A iniciativa alcançou estudantes de 11 municípios e previa, até 2026, 12,5 mil matrículas no Novo Ensino Médio, além de 20 mil matriculas em cursos de qualificação profissional e 500 em cursos técnicos concomitantes.

Também foram estabelecidas parcerias com o IFMT e a Seciteci para ampliar a formação profissional em áreas como gestão, tecnologia, infraestrutura, produção industrial, recursos naturais e saúde.

Na avaliação de Alan Porto, a educação profissional deve ser tratada como uma política permanente, capaz de responder às transformações econômicas e às vocações de Mato Grosso. “O desafio agora é engajar os jovens, ensinar e prepará-los para serem protagonistas de suas carreiras profissionais”. Para o candidato, a combinação entre formação acadêmica, conhecimento técnico e aproximação com o setor produtivo pode transformar a escola em uma ponte mais direta entre educação, emprego, renda e desenvolvimento

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A experiência também encontra respaldo na expansão nacional do ensino técnico. Dados do Censo Escolar 2025 apontam 3,18 milhões de matrículas na educação profissional no país, crescimento de 24% em relação a 2024. Nas redes públicas, o ensino médio regular articulado à formação técnica já representa 20% das matrículas dessa etapa.

Além de ampliar as possibilidades de inserção profissional, especialistas apontam que o ensino técnico pode ajudar o estudante a conhecer diferentes carreiras e tomar decisões mais conscientes sobre o futuro acadêmico.

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