Brasão de Corumbá
Brasão de Corumbá

O Brasão de Corumbá é o símbolo heráldico que representa a autonomia municipal. Ele destaca as riquezas naturais e a importância histórica da cidade na consolidação da fronteira oeste do Brasil. É utilizado em documentos oficiais, prédios públicos e na identificação de bens da municipalidade.

Bandeira Municipal
Bandeira de Corumbá

A Bandeira de Corumbá representa o civismo e a união do povo corumbaense. Suas cores simbolizam as belezas do Pantanal e a força da Cidade Branca. Deve ser hasteada ao lado das bandeiras do Brasil e de Mato Grosso do Sul em cerimônias oficiais.

Hino de Corumbá

Título: Marcha à Corumbá

Autor: Luís Feitosa Rodrigues

1ª Estrofe

Corumbá destes meus sonhos,
e dos meus primeiros dias
ainda sinto o calor
como raio de saudade
dentro do meu coração.
Os teus dias tão risonhos
Tem pra mim tanta alegria
até a lua com fulgor
Parece não ter vontade
de deixar este torrão.

(Estribilho)

Corumbá, eu quero ter (BIS)
Sob o teu céu tão brilhante
Feliz viver.

2ª Estrofe

Vejo encantos primorosos
nas tuas verdes colinas
em tuas águas serenas
no teu céu onde o cruzeiro
cintilante sempre está
Em teus prados tão mimosos
marchetados de boninas
em tuas noites amenas
em teu luar tão fagueiro
tens encantos Corumbá!

(Estribilho)

Corumbá, eu quero ter (BIS)
Sob o teu céu tão brilhante
Feliz viver.

3ª Estrofe

E quando teus horizontes
A frouxa luz do poente
se matizam de mil cores
de saudade fica presa
nossa alma juvenil.
Rendilhada de altos montes
tendo aos pés àguas silentes
bela terra dos amores
Corumbá, és a princesa
Do ocidente do Brasil!

(Estribilho)

Corumbá, eu quero ter (BIS)
Sob o teu céu tão brilhante
Feliz viver.

Prefeitura Municipal de Corumbá — MS

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Hino de Poconé

Criado pela Lei nº 428 de 09/12/1971, que autorizou o Prefeito a contratar serviço de um compositor ou instituir concurso público para escolher o Hino do Município em 1981, a letra do Hino foi escrita pelo Historiador Rubens de Mendonça e a Música é de José Albertino da Silva.

Hino do Bicentenário de Poconé
Letra: Rubens de Mendonça
Música: José Albertino da Silva

HINO À POCONÉ

Iª Parte
Rechaçando os guerreiros da Espanha
Os limites lhes impôs com altivês
Demonstrando bravura tamanha
Defendendo o pendão Português

Estribilho
Descendentes da tribo famosa
Dos valentes Beripoconé
Era tribo com arrojo, fogosa (bis)

IIº Parte
Os seus filhos cobriram de glórias
Declarando num tom marcial:
“Sei que morro”, que ficava na história (bis)
Como lema de um povo imortal

Estribilho
Descendentes da tribo famosa
Dos valentes Beripoconé
Era tribo com arrojo, fogosa (bis)
Que lutava morrendo de pé

IIIª Parte

De Luís de Albuquerque era o sonho
Era sonho de amor e de fé
Deus lhe dê um futuro risonho (bis)
Ó São Pedro Del Rei – Poconé…

Estribilho
Descendentes da tribo famosa
Dos valentes Beripoconé
Era tribo com arrojo, fogosa (bis)
Que lutava morrendo de pé